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Sábado, 26 de Maio de 2018
23/05/2018

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expresso.sapo
23/05/2018

Buscas pelo voo MH370 terminam na próxima semana, anuncia Governo da Malásia

O novo ministro dos Transportes da Malásia, Anthony Loke, anunciou esta quarta-feira que as buscas pelo voo MH370 da Malaysia Airlines, feitas por uma empresa privada dos EUA, terminam na próxima semana e não haverá mais extensões. A Ocean Infinity, com sede em Houston, tem procurado a aeronave-protagonista de um dos maiores mistérios da aviação do mundo. O avião desapareceu a 8 de março de 2014, com 239 pessoas a bordo, no trajeto entre Kuala Lumpur e Pequim.

“Esta manhã, levantei a questão na reunião ministerial e concordei em estender até 29 de maio”, disse o governante em conferência de imprensa. Questionado sobre se isso significava que não haveria mais extensões, o ministro respondeu afirmativamente.

Já o primeiro-ministro, Mahathir Mohamad, recentemente eleito, tinha anunciado que o seu Governo iria rever e possivelmente suspender o acordo com a empresa norte-americana. Em janeiro, o Executivo anterior tinha acordado pagar até 70 milhões de dólares (cerca de 59 milhões de euros) se a Ocean Infinity encontrasse o avião durante uma busca no sul do Oceano Índico que deveria terminar em junho.



O anúncio foi feito no final da primeira reunião do Conselho de Ministros desde que Mohamad assumiu o cargo a 10 de maio, e numa altura em que o Executivo se prepara para cortar nas despesas governamentais depois de rever os níveis de endividamento do país. O Voice 370, um grupo que representa os familiares das pessoas que seguiam a bordo do avião desaparecido, tinha pedido ao novo Governo que revisse todos os assuntos relacionados com o MH370, incluindo “qualquer possível falsificação ou eliminação de registos” relativos ao voo e à sua “manutenção”.
Piloto não provocou acidente

Ainda esta terça-feira, os investigadores tinham excluído a possibilidade de o piloto ter provocado a queda do avião propositadamente. Após alguma especulação nos últimos dias, as autoridades australianas mantêm a tese de que o piloto estaria inconsistente momentos antes do acidente.

Para os investigadores da Agência de Segurança de Transportes da Austrália, o avião estava fora de controlo quando se despenhou no sul do Oceano Índico. “Tomámos em consideração, de forma imparcial, todas as provas que conseguimos na altura. Temos alguns dados que nos permitem dizer que a aeronave estava sob controlo e que, nos últimos momentos, já não estava a ser controlada de forma bem-sucedida”, disse Peter Foley, diretor de investigação da agência australiana, citado pela BBC.

A hipótese de a queda ter sido intencional foi recentemente levantada por Larry Vance, investigador de acidentes de aviação, na edição australiana do programa de televisão “60 Minutos”. “O piloto estava a tentar matar-se, infelizmente estava a matar todos os outros que seguiam a bordo e fê-lo deliberadamente”, revelou o investigador canadiano, que recentemente lançou um livro sobre o desastre aéreo em que acusa os investigadores de falhas e de conclusões erradas.
 

 

 

extra.globo.com
23/05/2018

Avião cai em abismo e fica partido em dois próximo a rodovia em handuras

Pelo menos seis americanos ficaram feridos nessa terça-feira, quando um avião caiu ao pousar no aeroporto da capital hondurenha, Tegucigalpa. O avião caiu em um pequeno abismo e ficou dividido em dois próximo a uma estrada.

Cinco das vítimas americanas foram identificadas como John Powil, Nicolle Swies, Robert Kasanter, Johan Hage e Alex Mirta. O vice-chefe da Comissão Permanente de Contingências (Copeco), Carlos Cordero, disse à imprensa local que seis pessoas foram transferidas para o Hospital Escola, depois que a aeronave comercial Gulfstream G200, que partiu de Austin, no estado norte-americano do Texas, saiu da pista curta do aeroporto de Toncontín, no sul de Tegucigalpa, durante o pouso.

O porta-voz do Hospital Escola, Miguel Osório, disse que cinco pessoas foram internadas no centro de saúde com ferimentos. O porta-voz dos bombeiros, Oscar Triminio, informou que a sexta pessoa foi transferida para o Hospital Militar. No entanto, logo após manifestação da embaixada dos EUA em Honduras, as seis foram transferidas para um hospital particular.

Um empresário hondurenho, proprietário de uma empresa de distribuição de máquinas pesadas localizada no final do aeroporto, ajudou as vítimas do acidente. Junto com os empregados, eles saíram com extintores para apagar o incêndio, que começava a se espalhar pela aeronave. Segundo ele, "imediatamente" vieram os membros do corpo de bombeiros, que acabaram de apagar o incêndio, e a Cruz Vermelha, que ajudou os passageiros e os pilotos.

O homem indicou que viu os cinco homens e a mulher "praticamente ilesa". Segundo o empresário, em entrevista à emissora local da RHN, apenas uma das pessoas ficou ferida nas costas e os "outros saíram, mas em estado de choque".

Em 30 de maio de 2008, um avião pertencente à companhia aérea Taca caiu da mesma maneira, deixando cinco pessoas mortas. O piloto pousou no meio da pista curta que, sem chegar a frear, caiu na estrada.

Toncontín é listado como um dos aeroportos mais perigosos do mundo porque tem uma pista muito curta e é cercada por montanhas.

O governo está construindo um novo aeroporto em Tegucigalpa, a 50 quilômetros da capital, em Palmerola, uma base construída pelos Estados Unidos entre 1984 e 1985 no contexto da Guerra Fria, onde uma média de 500 soldados dos EUA permanece.

 

 


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