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    20/03/2011

    Não é medo, é responsabilidade! - Infraero

    Talvez o Brasil nunca tenha estado diante de tão grandes desafios, quais sejam com o enxugamento da máquina pública e a eficiência dos investimentos necessários. Todos os setores do governo tais como educação, saúde, segurança, transportes, saneamento e infraestrutura parecem agonizar à espera de solução da nova gestão. O Brasil tem pressa para crescer e interesses escusos devem ser combatidos com coragem, inteligência e polícia.

    Nesse sentido, punir a INFRAERO por não ter acompanhado a sua recente demanda, pode representar uma afronta aos seus quase treze mil funcionários concursados que mantém e mantiveram diuturnamente os principais aeroportos do país por quase 40 anos, e, que no entanto, apenas a partir de 2009 pôde contar em todas as Diretorias Executivas com funcionários de carreira, modelo deveras sugerido/exigido por diversos estudiosos e especialistas em relação a completa despolitização e profissionalização dos quadros das estatais, jogando assim toda sua experiência e currículo em vala comum.

    Hoje a estatal administra 65 aeroportos da União, dos quais praticamente 50 apresentam resultados financeiros negativos. Para se ter idéia de proporções, apenas o resultado financeiro do Aeroporto Internacional de Guarulhos em 2009 representou mais que o dobro de todo esse resultado do restante da INFRAERO. Significa dizer, portanto, que bastaria retirar GRU da Rede para comprometer todo o sistema e provocar mais prejuízos ao Governo Federal e à aviação civil brasileira.

    A intenção açodada de passar aeroportos lucrativos à iniciativa privada, neste momento, beira a IRRESPONSABILIDADE e em nada ajudará na solidificação de um sistema mais eficiente.

    Entendemos que caso o governo sinalize a entrega/devolução ao estado/município desses 50 aeroportos para as devidas CONCESSÕES-PPP, conforme intencionou em dado momento, o governo acertaria sim em uma parte do problema da infraestrutura dos principais aeroportos administrados pela INFRAERO propiciando um salto de eficiência em mais de 700% para a estatal. A INFRAERO sairia de resultados financeiros da ordem de R$ 600 mi para algo em torno de R$ 4 bi logo no primeiro ano.

    Se a proposta do atual governo de fato for à erradicação da pobreza e profissionalização de setores estratégicos, como no caso da infraestrutura aeroportuária, essa poderia ser parte de uma solução casada.

    INFRAERO mais leve e eficiente economicamente restaria a outra ponta para o sucesso absoluto, ou seja, eficiência operacional. Refiro-me a flexibilização em relação a Lei 8.666/93, como na Petrobras. Aliás, esse foi o discurso de campanha da Presidenta Dilma; transformar a estatal numa Petrobras do setor aeroportuário. Pensando grande, a exemplo da bem sucedida Petrobras, a então INFRAERO S/A poderia criar uma subsidiária, quem sabe nasceria aí a INFRAS, para administrar parte daqueles aeroportos em parceria com a iniciativa privada como prática mundial o que nos insere os casos BR Distribuidora, Petros e Transpetro subsidiárias da Petrobras. Uma solução possível, justificável, que resolveria os problemas do setor e que agradaria praticamente a todos. Eu até acreditei que o governo daria esses passos...

    Importante salientar que não "demonizamos" privatização/concessão, apenas entendemos que como a maioria dos principais Aeroportos do mundo não são administrados pela iniciativa privada/concessão, por que o Brasil seguiria um modelo experimental e historicamente de pouquíssimos casos bem sucedidos? Sem falar na inexperiência da ainda bebê Agência Reguladora ANAC. Se na terra da Rainha o Aeroporto de Heathrow-Londres, operado pela iniciativa privada figura ano após ano na lista de pior Aeroporto do MUNDO que dirá num país como o nosso, que a exemplo de diversos setores essas concessões servem para abrigo de apadrinhados e os serviços devido a fragilidade acabam emperrando ainda mais o judiciário.

    A China e a Índia utilizam parcerias público-privadas, os Estados Unidos, que operam cerca de 40% da aviação comercial do mundo, utilizam uma espécie de modelo de exploração estatal. Iniciativas para a privatização não lograram êxito e os aeroportos dos Estados Unidos se mantêm sob a gestão dos governos ou das comunidades locais. Outro detalhe que parece fazer toda a diferença é que o Brasil nos últimos anos vem investindo cerca de 2% do PIB em infraestrutura e países muito menores em extensão territorial como o vizinho Chile em torno de 7%. CONCESSÃO não é uma vasta realidade mundial no setor.

    Problemas com Aeroporto também no Brasil, portanto, são pontuais e passam longe de ser quase impossível para resolver. Atacar a questão com sobriedade, transparência e, sobretudo com profissionalismo é um dever do governo. Definitivamente o fato de ser uma estatal administrando aeroportos não significa que seja verdade a máxima de que tudo que é público é ruim, haja vista a experiência mundial. No setor portuário brasileiro, na qual a maioria dos principais Portos do país é operada pela iniciativa privada os gargalos são tão grandes ou maiores que o setor aeroportuário e nem por isso o "rico e poderoso" setor privado dá conta dos investimentos necessários. É preciso equilíbrio e sempre responsabilidade. O país sofre até hoje por ações equivocadas do passado. Chega de amadorismo!

    A estatal espanhola AENA também administradora de aeroportos passa por um processo bem semelhante ao nosso (INFRAERO) em relação à tentativa de seu enfraquecimento com injustificadas teorias como aquelas de "que dinheiro dá em árvore". A questão é que lá parece não haver conivência com o desperdício de dinheiro público no seio da sociedade e diversas entidades estão apoiando a estatal e cobrando explicações ao governo, enquanto que no Brasil sequer importa se Azul, Verde, Amarelo, IATA, OACI, enfim, entidades de DENTRO do setor de aviação civil, são contrárias a idéia de privatização da estatal.

    A matriz do modelo privado pode ser mais difuso, mas é muito mais caro para a sociedade e isto conhecemos bem. Minha preocupação quanto ao recente aumento das tarifas aeroportuárias, que já já chegarão às passagens aéreas, é se já repousava na intenção velada da privatização. Essa "antecipação" (ficar mais caro) seria uma manobra para justificar que não teria sido devido a entrada da iniciativa privada na administração de aeroportos? Espero que não, contudo, a experiência pós-privatização é de serviços muito mais caros, dos mais caros do mundo diga-se de passagem, colapsados e com uma regulação/fiscalização pra lá de confusa no Brasil.

    Por falar em IATA, parece que seu representante fala por si somente e cujos interesses deveriam ser analisados porque a instituição já produziu material que considera temeroso o tema. Aceitamos críticas – a empresa/entidade perfeita que atire a primeira pedra, agora afirmar que o modelo da INFRAERO é falido é demais e além de não contribuir em nada é um desrespeito com o país que nas últimas 4 décadas sustentou toda a rede aeroportuária com segurança operacional e proporcionou desenvolvimento à regiões mais inóspitas integrando todo o Brasil e, ainda, apoiou a segurança nacional. Ponto pacífico é saber que a mencionada associação das empresas aéreas não critica a falta de interesse das empresas em não querer servir regiões que não são "lucrativas" deixando a população sem o serviço que por vezes pode salvar vidas.

    Se o Brasil começar a pensar no Brasil, os slots deverão ser casados, ou seja, ganha a frequência, por exemplo Rio x São Paulo quem também realizar Rio x Tabatinga. E ponto final. Ora bolas, não é assim com lotes em leilão? Vai arrematar o filé com um pouco de osso também... sempre querem só o filé. É constrangedor demais, gente.

    Os não distantes relatos dos principais representantes das aéreas brasileiras sobre a privatização da INFRAERO dão conta de que não é bem vista e segura de modo geral, é tanto que o próprio presidente do SNEA quando indagado em entrevistas sobre ser favorável ou não às privatizações, cansei de ouvi-lo que não se manifesta por não haver consenso interno. Subitamente folheando meu jornal esta manhã, deparei-me com a matéria "Concessão de terminais à iniciativa privada é elogiada pelo setor aéreo"... Ou nós estamos loucos ou há mais mistérios entre os céus e os aeroportos que possa compreender nosso talvez cansado processamento mental...

    Meus amigos, a exceção do governador do Rio, que parece estar um pouco enrolado com os superfaturamentos do Pan-Americano, com embargos à corrente reforma do Maracanã, com a prorrogação intempestiva até 2038 e 2048 para o Metrô e Supervia respectivamente, além do envolvimento direto do escritório advocatício de sua mulher com a Supervia concessionária do estado; todos os demais citados na palpiteira "reportagem" sempre sinalizaram suas preocupações em relação à privatização no setor. Pelo menos não retiraram da matéria a afirmação da presidenta do SNA que também não acredita que a iniciativa privada possa melhorar o setor. Seria falta de juízo mesmo quem quer que seja afirmar que as empresas aéreas brasileiras (todas privadas) possuem efetivo adequado e tudo está ótimo por lá...

    Parece conspiração? Não sei, se for devo estar correndo algum risco. rsrs

    A pergunta ingênua que fica é: Por que não deixam a INFRAERO administrar apenas o FILÉ dos aeroportos brasileiros, então? Alguém duvidaria que competiríamos com a China e com Dubai em pé de igualdade, mesmo num país subdesenvolvido e cheio de contradições? Entregar à iniciativa privada as jóias da coroa do setor pode atestar como o Brasil é atrasado e incompetente, títulos, aliás, que tenho certeza nenhum brasileiro gostaria de ostentar. Basta a lamentável e constante evasão/exportação de talentos que sofremos a cada dia e que só enfraquece o país. E olha que já teve gente importante do setor reclamando e afirmando com todas as letras que nem a Nigéria faz coisas tão estúpidas.

    É um retorno ao passado e ironicamente remetido com a figura do ilustre, porém também desacreditado no próprio país, pai da aviação - o brasileiro Santos Dumont. Precisamos de um slogam, de um grito: BRASIL, ACREDITE EM SI MESMO!

    Ressalto que com o incremento JUSTO das novas tarifas aeroportuárias a receita da INFRAERO dará um salto espetacular. Vislumbramos que já em 2010 o balanço financeiro da estatal dobrará. Mais do que NUNCA a empresa, prestes a abrir seu capital - o que esperamos, e "já capitalizada" será um ATRATIVO maravilhoso para investidores.

    Infelizmente o Brasil ainda dá indícios de não pensar no Brasil, como exaustivamente pronunciou a ex-ministra Marina Silva. Nos Estados Unidos, logo após o atentado ao WTC em 11/09/2001 o Congresso Americano criou em dezembro do mesmo ano a TSA (Transport Security Administration), agência americana que regula a segurança dos transportes e quem manda nos aeroportos norte-americanos. Cerca de cinqüenta mil funcionários fazem a segurança nos metrôs, nos aeroportos e nas rodoviárias. Lá, o FBI trata de assuntos mais complexos, mais importantes. Apenas em casos de apoderamento ilícito e ameaça de bomba (seg. nacional) o FBI é acionado... no mais, TSA. Enquanto na Terra Brasilis a Polícia Federal com efetivo pra lá de precário inspeciona bagagem e passageiros em Aeroporto...

    Por falar na América que dá certo... lá, só há uma entidade AUTORIDADE de aviação (FAA), aqui, DECEA e ANAC. A primeira com o CÉU, a segunda com a TERRA e parece que o INFERNO legaram à INFRAERO. E messias (superexecutivo) nenhum será panacéia para o caso. É preciso engajamento do Congresso Nacional como nos EUA.

    Note, eu estive anotando e não sei se consegui catalogar todas as Agências Reguladoras; ANA, ANTT, ANEEL, ANATEL, ANCINE, ANVISA, ANAC, ANP, ANS, ANDE, ANTAQ, ANPCA... será se esse é o melhor modelo para o Brasil? Doutra sorte, o setor de construção civil – mero detalhe, segue sem um cão do governo.

    Aproveitando o gancho e falando em órgãos governamentais, dados recentes comprovam que o maior problema em relação ao desembaraço de carga aérea em nosso solo é desdobramento da Receita Federal e não, como alguns insinuam, da possível letargia da "ineficiente" INFRAERO. Enquanto a carga de importação no Brasil leva cerca de duas semanas em nossos aeroportos, na quase totalidade dos países, elas são processadas entre 2 e 4 dias. Se é sabido que o Brasil apresenta lentidão nesse processo, o que macula ainda mais nossa imagem dentro e fora do país, custa colocar os agentes alfandegários para trabalhar diuturnamente? A INFRAERO e a aviação não páram!

    Todos devem trabalhar em prol do fomento da aviação e, sobretudo da esquecida, porém importantíssima aviação Regional que para a nova Secretaria de Aviação Civil precisará ser uma prioridade. A sociedade merece esse tratamento justo. Também é a chance do setor privado mostrar seu potencial.

    Para finalizar e não correr o risco de ser cobrado pela minha consciência, muito se tem falado da eficiência das ainda pequenas operadoras privadas de aeroportos. Isso é ótimo para o Brasil e enxergamos com naturalidade a questão, inclusive já dissemos que a INFRAERO precisa de "concorrência" mesmo. Temos certeza que melhorará nos processos, agora, o que seria da Petrobras hoje para os brasileiros se a tivéssemos concedido a grupos estrangeiros ou mesmo empresários internos? Se pagamos caro pela gasolina e todos os insumos oriundos do petróleo, imagine quanto não seria se tudo estivesse nas mãos da iniciativa privada...

    Concluindo... ufa. Entregar Guarulhos, Viracopos, Congonhas, Brasília, Galeão e tantos outros gigantes que geram RECEITA para os cofres do governo, que ajudam a fortalecer ainda mais a economia e que tem trazido sobriedade ao sistema, seria essa a melhor opção? O tão criticado modelo de subsídio cruzado da estatal ao passo que permite investimentos em grandes aeroportos não desampara um aeroporto "sem importância" no cenário nacional. Todavia, aceitaremos passivos outra vez o discurso velado do "lucro privado, prejuízo público"? A solução para o problema da infraestrutura no país está longe de tão somente passar às mãos da exploração privada. Ou não?! Agora, se aventureiros quiserem maquiagem, temos de sobra no Brasil e no mundo e não apenas nos aeroportos... Alguém já visitou a ÚNICA Rodoviária do Rio (privada), lá naquele canto da zona portuária que deveria ser chamada mais de mortuária? Ficou de fato bonitinha, mas os gargalos são os mesmos de sempre. Melhorou para quem viaja de jatinho...

    Farão isso mesmo, ou seja, forçarão a maior administradora de aeroportos do mundo – INFRAERO quebrar, ficar podre para virar uma Autarquia do governo, pesada aos cofres públicos para aos poucos fechar aeroportos pobres devido ao seu processo natural de depreciação até sucumbir? Será que o Ministério Público e a sociedade se calarão diante de uma medida arriscada, açodada e PREDATÓRIA? CORAGEM BRASIL, REAJA! Quando há interesse tem governador que chora... Se o petróleo e a refinaria são nossos, por que não os riquíssimos Aeroportos da mesma forma não podem ser nossos?

    Incentivo ainda mais agora que o assunto em pauta seja difundido em todos os meios de comunicação e que todos os nossos representantes recebam este manifesto. A ANEI encaminhará correspondência ao presidente da IATA exigindo dados e não opinião a respeito de sua afirmação, que recebemos como uma afronta ao país.

    Excelentíssima Senhora Dilma Rousseff, acreditamos na sensibilidade da primeira mulher presidenta de nossa nação, cuja garra e determinação a conduziram ao mais alto escalão da República após longa trajetória de lutas e vida.


    BRASIL, ACREDITE EM SI MESMO!


    Atenciosamente,

    Alex Fabiano Costa

     

     

    segs.com.br
    20/03/2011

    Webjet prorroga super saldão de passagens e derruba ainda mais os preços .
    FERNANDO CASAGRANDI

    A Webjet, reconhecida como a companhia mais barata do mercado da aviação, prorroga com preços ainda mais baixos o super saldão de passagens aéreas para os 14 destinos voados pela empresa. As tarifas são válidas agora para compra até domingo, 20, para embarques no período de 19 de março a 30 de abril, exceto nos dias 20, 21 e 24 de abril.

     
     
    No site da companhia é possível fazer a compra à vista, com cartão de débito, via boleto bancário, ou em qualquer cartão de crédito, em até seis vezes sem juros. Nas lojas dos aeroportos é possível ainda fazer um financiamento em até 12 vezes, com cheque, através do Banco Fibra.

    “É importante ressaltar que preço baixo é a política da Webjet, é a nossa vocação”, ratifica Fábio Godinho, presidente da Webjet, que também está animado em ver a companhia como a empresa mais eficiente e pontual do setor em 2011. “Nossa visão é ser a melhor companhia aérea para quem quer voar com segurança e pontualidade pagando menos. E estamos cumprindo nosso compromisso”, conclui.

    Para mais informações, acesse www.webjet.com.br.

    São Paulo
    De São Paulo (Guarulhos) para:
    Ribeirão Preto- a partir de R$ 59,99
    Salvador - a partir de R$ 109,99
    Belo Horizonte (Confins) – a partir de R$ 59,99
    Rio de Janeiro (Santos Dumont) – a partir de R$ 69,99
    Brasília – a partir de R$ 59,99
    Curitiba – a partir de R$ 39,99
    Porto Alegre – a partir de R$ 59,99

    São Paulo
    De São Paulo (Congonhas) para:
    Rio de Janeiro (Santos Dumont) – a partir de R$ 69,99

    Rio de Janeiro
    Do Rio de Janeiro (Galeão) para:
    Ribeirão Preto – a partir de R$ 59,99
    Curitiba – a partir de R$ 59,99
    Navegantes – a partir de R$ 79,99
    Salvador – a partir de R$ 69,99
    Porto Alegre – a partir de R$ 99,99

    Rio de Janeiro
    Do Rio de Janeiro (Santos Dumont) para:
    Brasília – a partir de R$ 79,99
    São Paulo (Congonhas) – a partir de R$ 69,99
    Belo Horizonte (Confins) – a partir de R$ 79,99
    Curitiba – a partir de R$ 79,99
    São Paulo (Guarulhos) – a partir de R$ 69,99

    Belo Horizonte
    De Belo Horizonte (Confins) para:
    Brasília – a partir de R$ 49,99
    Curitiba - a partir de R$ 79,99
    São Paulo (Guarulhos) – a partir de R$ 59,99
    Natal – a partir de R$ 119,99
    Rio de Janeiro (Santos Dumont) – a partir de R$ 79,99
    Salvador – a partir de R$ 89,99
    Navegantes – a partir de R$ 59,99
    Ribeirão Preto – a partir de R$ 59,99
    Foz do Iguaçu – a partir de R$ 59,99

    Curitiba
    De Curitiba para:
    Rio de Janeiro (Galeão) – a partir de R$ 59,99
    Belo Horizonte (Confins) - a partir de R$ 79,99
    São Paulo (Guarulhos) – a partir de R$ 39,99
    Porto Alegre – a partir de R$ 49,99
    Rio de Janeiro (Santos Dumont) – a partir de R$ 79,99
    Ribeirão Preto – a partir de R$ 59,99
    Foz do Iguaçu – a partir de R$ 59,99

    Porto Alegre
    De Porto Alegre para:
    Belo Horizonte (Confins) – a partir de R$ 59,99
    Foz do Iguaçu – a partir de R$ 59,99
    Navegantes – a partir de R$ 59,99
    Ribeirão Preto – a partir de R$ 59,99
    Rio de Janeiro (Galeão) – a partir de R$ 99,99
    São Paulo (Guarulhos) – a partir de R$ 59,99
    Curitiba - a partir de R$ 49,99
    Brasília – a partir de R$ 119,99

    Brasília
    De Brasília para:
    Belo Horizonte (Confins) – a partir de R$ 49,99
    São Paulo (Guarulhos) – a partir de R$ 59,99
    Porto Alegre – a partir de R$ 119,99
    Rio de Janeiro (Santos Dumont) – a partir de R$ 79,99
    Salvador – a partir de R$ 89,99
    Ribeirão Preto – a partir de R$ 59,99
    Foz do Iguaçu – a partir de R$ 59,99

    Salvador
    De Salvador para:
    Ribeirão Preto – a partir de R$ 89,99
    Recife – a partir de R$ 69,99
    Belo Horizonte (Confins) – a partir de R$ 79,99
    Rio de Janeiro (Galeão) – a partir de R$ 69,99
    Brasília – a partir de R$ 89,99
    Fortaleza - a partir de R$ 79,99
    São Paulo (Guarulhos) – a partir de R$ 109,99

    Foz do Iguaçu
    De Foz do Iguaçu para:
    Belo Horizonte (Confins) – R$ 59,99
    Brasília – a partir de R$ 89,99
    Porto Alegre – a partir de R$ 59,99
    Curitiba – a partir de R$ 59,99

    Ribeirão Preto
    De Ribeirão Preto para:
    Rio de Janeiro (Galeão) – a partir de R$ 59,99
    Porto Alegre – a partir de R$ 59,99
    Salvador – a partir de R$ 89,99
    Brasília – a partir de R$ 59,99

    Recife
    De Recife para:
    Salvador – a partir de R$ 69,99

    Natal
    De Natal para:
    Fortaleza – a partir de R$ 59,99
    Belo Horizonte (Confins) – a partir de R$ 119,99

    Fortaleza
    De Fortaleza para:
    Natal – a partir de R$ 59,99
    Salvador – a partir de R$ 79,99

    Sobre a Webjet

    A Webjet é reconhecida como a companhia com as tarifas mais competitivas do mercado. Ao todo são cerca de 150 voos diários para quatorze cidades do Brasil. Sua frota é composta por 23 aeronaves Boeing 737-300 com capacidade para 148 passageiros cada uma. Desde o início de suas operações, em 2005, a Webjet já transportou mais de 10 milhões de pessoas.

     

     

    segs.com.br
    20/03/2011

    TRIP Linhas Aéreas realiza feirão online com passagens a partir de R$39,90 .
    A companhia disponibiliza passagens com descontos até o dia 21 de março para vários destinos nacionais

    A TRIP Linhas Aéreas, maior companhia de aviação regional da América do Sul, vai realizar um feirão online de passagens a partir das 22h00 desta sexta-feira, dia 18 até as 06h00 da próxima segunda-feira dia 21. Para diversos destinos do país, como Rio de Janeiro(RJ), Belo Horizonte (MG), Montes Claros (MG), Governador Valadares (MG), Salvador (BA), São José do Rio Preto (SP), Ribeirão Preto (SP), Florianópolis SC), Porto Alegre (RS) dentre outros, será possível adquirir passagens a partir de R$ 39,90 – para voos até junho.

    As compras de passagens para diversos trechos do País realizadas no período do dia 18 de Março até 21 de Março terão tarifas promocionais. Os preços promocionais poderão ser encontrados apenas para os voos com data de embarque às terças, quartas e quintas feiras até Junho, salvo nos períodos dos feriados de Tiradentes, Páscoa e Corpus Christi.

    A TRIP está em todas as regiões do pBrasil, com aviões confortáveis, sem poltrona do meio e com um diferenciado serviço de bordo com refeições balanceadas e revista de bordo premiada.

    As passagens dos novos voos podem ser adquiridas nas agências de viagens credenciadas, pelo portal www.voetrip.com.br, nos aeroportos ou na Central de Vendas 0300 789 8747 ou 3003 8747 (regiões metropolitanas).

    Confira os destinos e as tarifas:

    Passagens TRIP a partir de R$ 39,90:

    Origem    Destino    Valor
    *Rio de Janeiro (Santos Dumont)    Curitiba    59,90   
    Curitiba Florianópolis    39,90   
    Rio de Janeiro (Santos Dumont)    Belo Horizonte (Confins)    69,90   
    Foz do Iguaçú    Porto Alegre    39,90   
    Rio de Janeiro (Santos Dumont)    São José do Rio Preto    79,90   
    Sinop    Alta Floresta    39,90   
    Rio de Janeiro (Santos Dumont)    Ribeirão Preto    89,90   
    Belo Horizonte (Pampulha)    São João Del Rei    39,90   
    Belo Horizonte (Pampulha)    Montes Claros    59,90   
    Porto Alegre Criciúma    49,90   
    Belo Horizonte (Pampulha)    Governador Valadares    89,90   
    Recife    Maceió    59,90   
    Belo Horizonte (Confins)    Salvador    79,90   
    Curitiba    Maringá    59,90   
    Guarulhos    Maringa    49,90   
    Belo Horizonte (Confins)    Porto Alegre    69,90   
    Campinas    Curitiba    49,90

    Sobre a TRIP Linhas Aéreas (www.voetrip.com.br)

    Com mais de 12 anos de atividade no Brasil, a TRIP é hoje a maior companhia aérea regional do País e também da América do Sul por atender o maior número de cidades e contar com a maior frota de aeronaves regionais. É controlada pelos Grupos Caprioli e Águia Branca, ambos com tradição em transporte de passageiros e um histórico de resultados sólidos e crescimento sustentado. A TRIP tem como um de seus investidores a norte-americana Skywest Inc., maior empresa de transporte aéreo regional do mundo, com 696 aeronaves, que adquiriu 20% de participação no capital da companhia. Com um faturamento bruto em 2010 de R$ R$ 742 milhões, a empresa gera 2,4 mil empregos diretos, conta com 43 aeronaves e opera em 82 cidades em todo o País.

     

     

    Economico de Portugal
    20/03/2011

    TAP reduz um tripulante por voo sem acordo com sindicatos
    O sindicato entra em período eleitoral a meio das negociações para reduzir um tripulante.
    Hermínia Saraiva

    Reduzir um elemento nas tripulações da TAP não é apenas "um imperativo de gestão", com vista a acabar com uma "situação que representa perda e diminuição grave de competitividade", mas também de "um imperativo de interesse nacional", justifica o administrador da TAP, Manoel Torres, numa carta enviada à direcção do Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) a que o Diário Económico teve acesso.

    Razões suficientes para a administração da TAP afirmar que não deixará de recorrer às vias jurídicas ao seu dispor para avançar com a medida, refere o mesmo documento, que apela ainda a uma tomada de decisão conjunta "com liderança e autonomia de vontades".
    Contactada, a companhia aérea não quis comentar a carta, reafirmando apenas "a posição repetidamente manifestada de que não se vão verificar despedimentos".

    Já a presidente demissionária do SNPVAC, Cristina Vigon, defende que a carta recebida por aquele organismo "não é uma proposta, é uma exigência". E sublinha que a estrutura sindical "já tem providências cautelares preparadas" para travar a decisão da empresa.

     

     

    pe360graus.com
    20/03/2011

    Problema técnico atrasa voo da TAM no Recife
    Previsto para decolar as 6h40 deste domingo, a aeronave só partiu para São Paulo as 14h25

    O domingo foi de paciência para passageiros do voo 3503 da TAM. A aeronave estava prevista para deixar o Aeroporto Internacional dos Guararapes às 6h40 com destino a São Paulo. Mas, um problema técnico no avião impediu a decolagem logo depois que as pessoas embarcaram.

    Quando o avião iniciava o taxiamento para partir, o comandante teria informado que por conta do problema, não poderia levantar voo. Ele solicitou o desembarque de todos e um novo voo foi remarcado.

    De acordo com o professor do Senai, Augusto César Costa, que viajava com um grupo de cinco alunos para participar de uma feira em São Paulo, algumas pessoas tentaram embarcar em outros voos para não perder a conexão, mas não conseguiram. O avião só decolou as 14h25.

     

     

    Diario de Canoas - RS
    20/03/2011

    Boeing faz voo de teste do gigante 747-8 Intercontinental
    Aeronave é a mais longa do mundo, com 76,4 metros

    Estados Unidos - A Boeing promoveu neste domingo o primeiro voo de teste de seu novo grande avião de passageiros, o 747-8 Intercontinental. A aeronave mais longa do mundo, com 76,4 metros, decolou às 16h58 (13h58 de Brasília) do aeroporto Paine Field de Everett, em Seattle (EUA).

    O novo aparelho é destinado ao mercado de voos de longa distância, com capacidade para 500 passageiros ou mais, e promete ser mais econômico que o A380, para 555 passageiros. Com agências internacionais.

     

     


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