Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Terça-Feira, 15 de Outubro de 2019
14/10/2019

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Aeroin
14/10/2019

Fortes ventos fazem avião Fokker 28 argentino ficar “empinado” no pátio

Mesmo pesando várias toneladas, os aviões são muito suscetíveis às forças da natureza, principalmente ao vento. E nem precisam estar voando para isso. Veja por exemplo o caso desse Fokker F-28 da Força Aérea Argentina, que acabou “sentado” no chão do Aeroporto de El Palomar, devido às rajadas intensas que atingiram a região de Buenos Aires nos últimos dias.

Felizmente, o avião não foi danificado, mas os ventos intensos exerceram tamanha pressão sobre as asas a ponto de conseguir levantar a aeronave e finalmente desequilibrá-la, mantendo-a em posição parecida com a da decolagem.

A explicação oficial dada pela FAA indica que, como o avião não tinha carga ou combustível, a força do vento fez com que ele caísse para sua cauda, ??que é a parte mais pesada porque seus motores estão localizados ali.

Essa situação específica ocorreu no meio da tempestade que atingiu a região metropolitana entre quinta-feira à noite e sábado e que, segundo o Serviço Nacional de Meteorologia, continuará nas próximas horas. Segundo a previsão, haverá fortes tempestades ao norte da província de Buenos Aires, na cidade de Buenos Aires e no Rio da Prata.

 

 

Revista News
14/10/2019

Flybondi realizou voo inaugural entre Buenos Aires e Rio de Janeiro
Companhia argentina é a terceira low cost a operar voos para o Brasil

O Brasil tem mais uma empresa aérea low cost operando para o país. A companhia argentina Flybondi realizou seu voo inaugural nesta sexta-feira (11/10), saindo de Buenos Aires e chegando ao Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Autorizada a operar pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em julho, a Flybondi é a terceira low cost estrangeira a voar para o Brasil.

Com a chegada da Flybondi, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, destacou a importância da entrada de novas companhias para aumentar a conectividade e a competitividade no setor. “A nova operação traz mais ofertas de baixo custo para os viajantes e faz parte de uma nova estratégia do Turismo, que coloca o setor no centro da agenda econômica do país. Vivemos um momento extremamente propício ao ambiente de negócios no Brasil, com impacto direto na vida da população, ampliação da disponibilidade de voos e a consequente redução de custos”, afirmou.

Além do Rio de Janeiro, a Flybondi já anunciou que deve começar a operar em Florianópolis ainda em 2019, com três voos semanais. A expectativa com a chegada da companhia aérea é de que mais turistas argentinos venham ao país, além do fortalecimento de uma gestão integrada do turismo com os países vizinhos. Segundo dados do Estudo da Demanda Turística Internacional do Ministério do Turismo, a Argentina foi o principal emissor de turistas estrangeiros ao Brasil em 2018, com quase 2,5 milhões de argentinos vindo ao país.

A primeira empresa estrangeira especializada em passagens de baixo custo a operar voos regulares internacionais para o Brasil foi a chilena Sky Airline, em novembro do ano passado. As rotas contemplam o trajeto direto de Santiago, no Chile, para os aeroportos do Galeão, no Rio de Janeiro; de Guarulhos, em São Paulo, e Hercílio Luz, em Florianópolis. A média é de cinco voos semanais para cada um desses terminais.

Logo depois, o país passou a contar também com a europeia Norwegian Air, que teve sua autorização concedida pela Anac em agosto de 2018. As vendas das primeiras passagens começaram no fim de novembro de 2018 para voos diretos entre Londres, no Reino Unido, e Rio de Janeiro, realizados desde março deste ano. A rota já tem voos às segundas, quartas e sextas-feiras, além de domingos, em aeronave com capacidade para até 344 passageiros.

 

 

Aeroin.net
14/10/2019

FAB recebe novos jatos da Embraer produzidos nos EUA
A Força Aérea Brasileira (FAB) recebeu neste sábado seu primeiro par de jatos Embraer Phenom, produzidos nos Estados Unidos da América.

As duas aeronaves chegaram na tarde de ontem (13) no Aeroporto de Boa Vista, onde foram flagradas pelo spotter Thiago Denz. São os dois primeiros Embraer Phenom 100EV que a FAB irá receber.

Os jatos executivos foram produzidos na fábrica da Embraer em Melbourne, no sul da Flórida. De lá fizeram duas escalas no Caribe: uma em San Juan, Porto Rico, e outra em Bridgetown, capital de Barbados.

As aeronaves de matrículas FAB3701 e FAB3702 terão a designação U-100 na Força Aérea Brasileira. O U é parte do código americano de designações de aeronaves militares, que é utilizado pela FAB e outras forças no mundo, e significa “Utility”, categoria Utilitário em português.

Seu indicativos de chamada nas comunicações de rádio foram Guará 01 e Guará 02, já adotando o padrão utilizado pelo seu futuro esquadrão: o 6º Esquadrão de Transporte Aéreo (ETA), que opera na Base Aérea de Brasília.

A missão do 6º ETA é o transporte leve no centro-oeste brasileiro, levando militares, equipamento e também participando de missões de transporte de órgãos e enfermos. O Phenom 100EV irá substituir os Learjet 35 e 55, designados VU-35 e VU-55.

Segundo o portal AeroEntusiasta, a FAB encomendou quatro jatos e tem opção de compra para mais dois.

Em 2011 a Embraer instalou-se nos EUA com sua fábrica em Melbourne, na costa espacial do estado da Flórida. A cidade de tamanho médio é próxima de vários centros da NASA, incluindo Cabo Canaveral.

De lá começaram a ser fabricados os jatos Phenom 100 e Phenom 300, além dos Legacy 450 e 500, que foram modernizados e tornaram-se o Praetor 500 e o Praetor 600, respectivamente.

Uma versão melhorada do Phenom 100E, o Phenom 100EV leva até 7 passageiros, já que conta com seis assentos na cabine e necessita de apenas um piloto, podendo levar um passageiro no assento da direita no cockpit.

Porém já faz um bom tempo, desde meados de 2016, que a linha Phenom não é mais fabricada no Brasil. Os modelos 100 e 300 são os menores jatos já feitos no país e um dos best-sellers da empresa, tendo até conquistado o título de jato mais entregue no mundo por vários anos seguidos.

A medida foi tomada já que os EUA são o maior mercado da Embraer como um todo, mas principalmente para a linha executiva. Apesar da mão de obra mais cara, a empresa livrou-se de taxas de importações brasileiras, já que os motores, aviônica e a maioria das peças do avião sempre foram americanas, assim como é na maioria de suas aeronaves.

Além disso, incentivos fiscais tanto do governo local quanto a nível federal facilitam a produção e a compra por americanos, por ser um produto “Made In USA” (“Feito na América”). Além dos executivos, a Embraer fabrica nos EUA o avião de ataque AT-29 Super Tucano, que se destaca por ter atuado contra terroristas no Afeganistão nos últimos anos.

 

 


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