Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Terça-Feira, 30 de Maio de 2017
29/05/2017

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globo.com
29/05/2017

Empresas investem milhões em carros que vão revolucionar futuro

No meio de um trânsito infernal, quem nunca pensou num futuro distante, em que os carros possam sair do chão pra fugir do engarrafamento? Esse futuro ainda não chegou aos céus, mas já está nos planos de grandes empresas, que investem milhões dólares nos carros voadores e que vão revolucionar o nosso jeito de ir e vir nos próximos anos. Eles poderão ter asas que se abrem para voar e se fecham para rodar, ou hélices, mais parecendo um helicóptero que ganhou rodas. Veja na reportagem do Fantástico.

Assista:

http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2017/05/empresas-investem-milhoes-dolares-em-carros-que-vao-revolucionar-futuro.html

 

 

eco.pt
29/05/2017

British Airways: dois dias de problemas informáticos custam 100 milhões

Durante este fim de semana, 1.000 voos foram afetados por falhas no sistema informático. No sábado, nenhum avião da British Airways levantou voo de Heathrow ou Gatwick, mas os custos do incidente sobem a pique: estima-se que ascendam aos 100 milhões de libras (115 milhões de euros) entre negócios perdidos e as compensações que têm de ser dadas aos clientes.

O último fim de semana foi caótico para a companhia aérea britânica. No sábado, nenhum voo descolou de Heathrow ou Gatwick. No domingo, o cenário melhorou, mas pouco. Em Heathrow persistiram os atrasos e cerca de 200 voos terão sido cancelados, de acordo com o The Guardian. Em Gatwick as falhas ficaram-se pelos atrasos neste segundo dia.

A companhia aérea teve de pedir que os passageiros não comparecessem mais de 90 minutos antes dos respetivos voos para evitar que o congestionamento aumentasse. Os relatos revelam que não existia sítio para os passageiros se sentarem e que as filas para remarcar os voos se estendiam.

Os problemas informáticos são atribuídos às mudanças na gestão do sistema. A British Airways optou por entregar o serviço a uma empresa indiana e extinguir o departamento próprio. As consequências para a companhia aérea não se ficam pelas despesas com refeições, dormidas e reembolso das quantias dos voos. Afeta também a confiança dos clientes no serviço, que deverá continuar com problemas durante a semana.

Os problemas no sistema informático, website e centro de atendimento ainda se verificam, e será difícil voltar a coordenar as tripulações, dadas as normas exigentes. O site da British Airways dá a possibilidade dos clientes remarcarem o voo para qualquer data até novembro, mesmo que o seu não tenha sido cancelado.

 

 

http://epocanegocios.globo.com
29/05/2017

EUA podem proibir laptops em cabines de voos internacionais

O secretário de Segurança Interna dos Estados Unidos, John Kelly, disse neste domingo que o país poderá proibir laptops em cabines em todos os voos internacionais saindo e chegando aos EUA para evitar ataques terroristas no ar. Em março, os EUA proibiram passageiros de transportar eletrônicos além de um celular na cabine em voos vindos de 10 aeroportos no Oriente Médio e no Norte da África. O Reino Unido acompanhou a medida com uma proibição para voos que chegam de seis países, nem todos iguais ao que sofreram restrições dos EUA.

A atual proibição dos EUA se aplica a voos sem escalas de ou para 10 aeroportos internacionais em Amã, na Jordânia; Cidade do Kuwait, no Kuwait; Cairo, no Egito; Istambul, na Turquia; Jeddah e Riad, na Arábia Saudita; Casablanca, no Marrocos; Doha, no Qatar; Dubai e Abu Dabi, nos Emirados Árabes Unidos. Cerca de 50 voos por dia são afetados.

Questionado em uma entrevista à rede de televisão Fox News se expandiria a proibição para incluir todos os voos internacionais, Kelly disse: "Eu poderia ... há uma ameaça real". "Isso é realmente a coisa com a qual eles - os terroristas - estão obcecados, a ideia de derrubar um avião em voo."

Kelly disse que os EUA vão "aumentar a exigência, de forma geral, para segurança da aviação muito acima do que é hoje, e há novas tecnologias no futuro, em um futuro não muito distante, com as quais vamos contar. Mas é uma ameaça sofisticada, e eu me reservo a tomar essa decisão até que nós possamos ver a evolução disso."

O Departamento de Segurança Interna disse no início deste mês que uma proibição expandida "está sob consideração". As autoridades norte-americanas estão preocupadas com o fato de que um dispositivo explosivo escondido em um dispositivo eletrônico pode ser disparado manualmente na cabine ou detonado usando tomadas de energia no avião, de acordo com fontes familiarizadas com os planos de segurança de companhias aéreas.

A Associação Internacional de Transporte Aéreo pediu em março aos governos para trabalharem com a indústria da aviação para manter os voos seguros "sem separar passageiros de seus eletrônicos pessoais". A Associação de Experiência do Passageiro em Companhias Aéreas pediu no início de maio que os governos evitem uma expansão da proibição, argumentando que ela poderia "prejudicar as liberdades pessoais integrais para viagens aéreas internacionais".

O grupo conduziu uma pesquisa no ano passado que mostrou que 43% dos passageiros no mundo levavam um tablet consigo, e 70% desses passageiros utilizavam esses equipamentos em voo. O estudo também descobriu que 38% dos passageiros globais levam laptops a bordo, e 42% deles os utilizam durante o voo.

 

 


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