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  • Aeroin
    21/06/2021

    Airbus A350 da Latam Brasil decolou nessa manhã em voo de 11 horas só de ida
    Carlos Ferreira

    Na manhã dessa segunda-feira (21), mais um Airbus A350 com as cores da Latam Brasil está indo embora do país, após decolar de Guarulhos com destino ao clima seco de Victorville, na Califórnia. Essa é mais aeronave do modelo em processo de devolução, em linha com os planos mais atuais da empresa aérea.

    A aeronave, de matrícula PR-XTF (msn 064) é o sexto a deixar a frota da Latam desde o ano passado, de um total de treze aeronaves. Esse avião, em específico, chegou para a Latam em novembro de 2016, mas foi repassado em abril de 2017 para a Qatar Airways em um contrato de subarrendamento. A aeronave voltou ao Brasil em julho de 2020.

    No momento em que essa publicação era escrita, a aeronave estava em processo de ascensão, após decolar de Guarulhos às 9h33 locais, com o número de voo JJ-9427, mostram os dados da plataforma de rastreamento de voos RadarBox. Pela frente, ainda há um voo de pouco mais de 11 horas.

    Foi embora

    No começo de abril, você acompanhou a decisão da LATAM Brasil de remover todos os seus jatos do modelo, caminhando rumo a uma frota widebody totalmente composta por jatos da Boeing.

    Esse é o quarto Airbus A350 a deixar a frota da Latam Brasil após o anúncio de abril. Os outros que partiram foram o PR-XTH, XTJ e XTK. Antes deles, dois já haviam sido retirados da frota no ano passado (PR-XTA e XTB) e outros devem seguir nos próximos meses.

    Por serem aeronaves de última geração e muito novas, em breve eles devem encontrar novos donos.

     

     

    Aeroin
    21/06/2021

    Comando da nova empresa teria gerado impasse da fusão de Azul e Latam
    O início do compartilhamento de voos da Azul e da Latam teria sido o primeiro passo para a fusão da empresas, que teve sondagem do CADE, mas no final emperrou numa questão de comando, diz uma matéria da Veja.
    Carlos Martins

    As afirmações que a Revista Veja publicou hoje (18) objetivam dar um panorama da situação de tentativa de compra da Latam pela Azul, que tem sido um dos principais temas do mercado financeiro nas últimas semanas.

    Segundo a publicação, a conversa entre as duas empresas foi levada até Brasília para passar pela sondagem do CADE, já que o negócio, caso fosse concretizado (ou seja, frutífero no futuro), resultaria numa concentração de mercado de 73%, algo que não se via desde a época da Varig. Entretanto, tudo isso parou num ponto: quem iria mandar na nova empresa.

    A Veja diz que os chilenos da Latam queriam manter o controle da operação brasileira, mas a Azul também não queria abrir mão de comandar o próprio negócio, por mais que fosse parte de algo maior. Este impasse levou ao fim do acordo de codeshare, momento em que a Azul declarou estar olhando para uma consolidação de mercado, dando início aos rumores de uma tentativa de compra da Latam Brasil.

    A Latam Brasil, por sua vez, negou que a divisão brasileira esteja à venda, embora esteja numa situação financeira mais delicada em meio a uma espécie de Recuperação Judicial (Chapter 11 da Lei Americana). Ainda segundo a revista, um dos credores, o Oaktree, demonstrou apoio a uma possível venda para a Azul, dado que este fundo de investimento detém 2% da empresa fundada por David Neeleman.

    Outros pontos não levantados pela Veja, mas que são motivos de questionamento no mercado, seriam a concentração dos slots em Congonhas, questão de equiparação salarial dos funcionários e filosofia, que são bem distintas hoje em dia.

    A dúvida aqui é sobre quantos capítulos ainda terá essa novela.

     

     


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