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    06/02/2023

    Boeing 787-10, maior avião da linha, vai voar entre SP e Chicago; conheça
    Voos regulares serão realizados pela United Airlines, uma das principais operadoras da linha 787
    Laura Intrieri

    A empresa americana foi a primeira a usar ao mesmo tempo os três modelos da linha Dreamliner: o 787-8, 787-9 e 787-10. Com a exceção de um voo extraordinário em dezembro de 2020, o 787-10 era o único que ainda não operava no Brasil.

    A concorrente KLM foi a primeira a promover um voo com a aeronave pousando no Brasil, indo de Amsterdã ao Rio de Janeiro em outubro de 2020, mas também tratou-se de uma operação pontual.

    O 787-10 tem 68 metros de comprimento e seus voos na United Airlines estão configurados para até 318 passageiros, com 44 assentos na classe executiva Polaris, 21 na Premium Plus, 54 na Economy Plus e capacidade para 199 passageiros na Economy.

    Na classe executiva, os assentos são totalmente reclináveis, com 180° de angulação e espaço de leito de 198 cm. A aeronave voa a 900 km/h e tem envergadura (distância total entre as pontas das asas) de 60,2 metros, ou 36 metros. O avião é equipado com wi-fi, tomadas de energia, portas USB e telas de entretenimento em todas as poltronas.

    A United também mudará a operação de seus voos na rota de São Paulo a Houston, no Texas (EUA), substituindo o 767-300ER para a chegada do 787-9, aumentando 48 assentos por viagem.

     

     

    Aeroin
    06/02/2023

    Multa milionária deve ser aplicada à United por voar Boeings 777 sem uma inspeção por quase 3 anos
    Murilo Basseto

    Uma multa civil de US$ 1.149.306 contra a United Airlines foi proposta pela Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos (FAA) nessa segunda-feira, 6 de fevereiro, por supostamente realizar voos com aviões sem manutenção corretamente executada.

    Segundo informa a agência reguladora da aviação dos EUA, o período em que foi identificado o problema foi de quase três anos, de junho de 2018 a abril de 2021, quando os voos foram feitos com aeronaves Boeing 777 que não estavam em condições de aeronavegabilidade.

    A FAA alega que a United removeu, em 2018, a Verificação de Alerta do Sistema de Incêndio de sua Lista de Verificação Pré-voo do Boeing 777, uma tarefa de inspeção exigida em seu manual de Especificações de Manutenção. A remoção da verificação resultou na falha da United em realizar a verificação necessária e na operação de aeronaves que não atendiam aos requisitos de aeronavegabilidade.

    A United Airlines tem 30 dias para responder à FAA após receber a carta de execução da agência.

     

     


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