Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Segunda-Feira, 24 de Abril de 2017
10/04/2017

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www.bitmag.com.br
10/04/2017

ANAC volta a prorrogar a regulamentação do setor dos drones

A semana passada a diretoria da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) reuniu e um dos temas em pauta era a regulamentação de drones para fins comerciais mas, uma vez mais, a decisão foi postergada. Após esse novo adiamento, os empresários do setor decidiram se organizam para sensibilizar a agência e pedem mais agilidade na formalização das regras para impulsionar o promissor mercado de drones.

A regulamentação da ANAC para uso de drones com fins comerciais está em andamento há quase 3 anos mas tal como em vários locais do mundo continua não existindo ainda uma finalização dessa regulamentação, apesar do empenho da equipe técnica da Agência. Na reunião que ocorreu dia 4, um dos membros pediu vistas ao projeto frustrando que qualquer decisão final fosse tomada.

“A regulamentação da ANAC elevará o setor a um novo patamar, priorizando segurança jurídica e das operações e proporcionando demandas por projetos maiores. O mercado de trabalho é outro positivo, uma vez que a regulamentação permite a abertura de centenas de novas empresas e a geração de milhares de oportunidades de trabalho de alto valor agregado”, afirma Emerson Granemann, um dos idealizadores da DroneShow Latin America.

“A demora na regulamentação, prejudica também os usuários que buscam mais produtividade, rapidez e segurança em seus projetos. Além disso um setor regulamentado permite valorizar as empresas e profissionais que atuam com seriedade frente iniciativas amadoras que geram produtos de baixa qualidade e que podem gerar riscos sérios de segurança”. É importante destacar que no Brasil a regulamentação do setor aéreo é dividida pela ANAC e pelo DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo). Por parte do DECEA, tudo que poderia ser feito dentro de suas atribuições constitucionais foi feito, todos aguardam agora a posição da ANAC”, acrescenta o executivo.

 

 

g1.globo.com
10/04/2017

Após 40 anos, sobrevivente relembra maior tragédia da história da aviação

No dia 27 de março de 1977, dois aviões colidiram na pista de aterrissagem do aeroporto de Santa Cruz de Tenerife, nas Ilhas Canárias, matando 572 pessoas, entre passageiros e tripulantes. A maior tragédia da história da aviação completa 40 anos.

www.youtube.com/watch

Robina era guia turística quando conheceu Paul, o irmão da colega de trabalho Yvone. Os dois holandeses viveram uma paixão de muito sol e praia em Tenerife, ilha no arquipélago espanhol das Canárias, perto da costa africana. Os três meses de namoro foram interrompidos por uma viagem de trabalho para a Holanda. Robina e a irmã de Paul foram participar de um treinamento em Amsterdã. Uma semana depois, as duas já voavam de volta para Las Palmas. De lá, Robina pegaria um barco até Tenerife, onde morava com Paul. As duas colegas de trabalho e outras 246 pessoas estavam no voo KLM 4805.

O jumbo partiu de Amsterdã às 10 da manhã com direção a Las Palmas. O mesmo destino de outro Boeing 747 da extinta Pan-Am. O voo PAA 1736 tinha saído de Los Angeles e feito escala em Nova York. A empresa americana levava 397 pessoas. Enquanto os dois aviões voavam, um grupo que lutava pela independência das Ilhas Canárias explodiu uma bomba no aeroporto de Las Palmas. Os dois Boeing 747 acabaram desviados para Tenerife.

O aeroporto tranquilo das colinas estava desacostumado a receber aviões pesados. Só havia dois controladores em Los Rodeos e uma pista de decolagem para lidar com um voo atrás do outro. O KLM aterrissou às 13h38, e o Pan-Am, às 14h15. Todos os que estavam no avião da Pan-Am continuaram embarcados. Os passageiros do avião da KLM puderam sair e fazer hora no terminal.

Naquele dia, quem driblou a morte foi Robina. Não fazia sentido continuar a viagem: ela estava com saudade do namorado e queria chegar logo em casa que, afinal, era ali mesmo, em Tenerife. Robina tentou pegar as malas de volta, só que a funcionária avisou que as normas obrigam o passageiro a continuar no voo. A KLM não quis violar as regras, Robina, sim. Às 15h, ela deixou para trás as malas e, ainda hoje, a maior tragédia da aviação. Veja entrevista com ela na reportagem do Fantástico.

 

 

www.jn.pt
10/04/2017

Deu à luz no avião com a ajuda da tripulação

A tripulação da Turkish Airlines teve de ajudar uma mulher a dar à luz a 42 mil pés, ou 12,800 metros, de altitude



Foi um parto inesperado, evidentemente, e as hospedeiras a bordo do Boeing 737 que voava da Guiné-Conacri para Istambul.

A mãe estava grávida de 28 semanas, quando, em pleno voo, sentiu as primeiras dores de parto. Segundo explica a companhia aérea da Turquia, a tripulação "respondeu prontamente para a ajudar" e a bebé nasceu pouco depois.



Segundo a BBC, a maioria das companhias aéreas autorizam que grávidas voem até às 36 semanas, mas exigem uma autorização médica a partir das 28 semanas.
 


Tanto a mãe como a bebé estão bem de saúde.

 

 


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