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Sábado, 20 de Julho de 2019
18/07/2019

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Aeromagazine.com.br
18/07/2019

Matrícula de viões no Brasil ganha nova sequência com a série PS
ANAC possui reserva de matrícula para o prefixo PS que vai complementar a quase saturada série PR
Por Edmundo Ubiratan

O Brasil deverá ampliar suas marcas de nacionalidade de matrícula, adicionando ainda este ano o prefixo PS- em complemento a sequência PR, PP e PT, em uso atualmente. Adicionado no início dos anos 2000, a série PR dava continuidade aos registros brasileiros, que até então estavam restritas as combinações PP e PT, adotadas no começo do século 20.

A ampliação da frota era prevista, com a reserva do prefixo PS para aeronaves homologadas. Após quase duas décadas a primeira aeronave a receber a nova sequencia será um helicóptero AW139, que será identificado como PS-BFF.

REGULAMENTAÇÃO SURGIU NOS PRIMÓRDIOS DA AVIAÇÃO

Por normas internacionais, cada aeronave civil deve ser registrada com marcas de nacionalidade e de matrícula, conforme uma sequência internacional aprovada pela Organização Internacional da Aviação Civil, uma agência especializada das Nações Unidas criada em 1947, tendo hoje 191 países-membros e dedicada a regulamentação internacional da aviação.

A primeira regulamentação internacional para registro de aeronaves ocorreu em 1919, durante o International Air Navigation Convention, que aconteceu em Paris. Na ocasião o Brasil adotou o prefixo P- seguido de quatro letras para registro de suas aeronaves, que deveria começar com a sequência P-AAA.

Uma nova convenção internacional, ocorrida em Washington, em 1927 e realizada pela International Radiotelegraph Convention, revisou as marcas nacionais. O Brasil então adotou a sequência PT para aeronaves da aviação geral e PP para aviação regular. Os Estados Unidos passaram a utilizar a série N seguia de até cinco caracteres alfanuméricos, enquanto o Reino Unido optou pela série G (Great Britain) seguida de quatro letras, assim como a Alemanha escolheu a letra D (Deutschland), mais quatro letras, a França a letra F (France) também seguida de quatro letras, entre outros países. Curiosamente na ocasião a letra B estava disponível, mas o Brasil escolheu uma sequência não relacionada a primeira letra de seu nome, como fizeram outros países. A letra B foi adotada pela China.

Ainda que existam algumas restrições nos registros de aeronaves brasileiras, que excluí algumas séries de combinações SOS, VFR, IFR, IMC, entre outros, a mais recente combinação PR- começa a esgotar. A adoção já prevista do prefixo PS deverá proporcionar mais uma ou duas décadas de registros ao país.

O prefixo PU, também detido pelo Brasil é restrito a aeronaves experimentais não homologadas.

 

 

Uol.com.br
18/07/2019

Celulares são perigosos em voos? Em alguns jatos da Boeing, sim
Equipe de desativação de engenhos explosivos está no local para verificar o caso

(Bloomberg) -- Autoridades do governo dos Estados Unidos revelaram em 2014 um alarmante problema de segurança: celulares de passageiros e outros tipos de sinais de rádio poderiam aumentar as chances de acidentes em alguns modelos de aviões Boeing 737 e 777.

Mais de 1.300 jatos registrados nos EUA foram equipados com telas de cabine vulneráveis à interferência de Wi-Fi, celulares e até mesmo fora do alcance de frequências, como o radar meteorológico, segundo relatório da Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês), que deu prazo até novembro de 2019 para que companhias aéreas substituam as unidades fabricadas pela Honeywell International.

Hoje, potencialmente centenas de aviões em todo o mundo ainda voam com os sistemas inseguros citados no relatório da FAA. Dados críticos de voo como velocidade, altitude e navegação podem desaparecer e "resultar na perda do controle do avião a uma altitude insuficiente para a recuperação", disse a FAA no boletim de segurança, conhecida como diretiva de aeronavegabilidade.

A Honeywell diz que não foi informada de nenhuma tela que teria apagado por interferência de celulares ou outras frequências de rádio durante o voo de um avião, disse a porta-voz da empresa, Nina Krauss. Quando as companhias aéreas e a Honeywell argumentaram que os sinais de rádio provavelmente não causariam problemas de segurança durante os voos, a FAA respondeu que havia realizado testes com aviões em operação - e que os jatos não passaram no teste.

A Boeing descobriu a interferência em um teste de laboratório em 2012 e não identificou problemas semelhantes em outras aeronaves, disse um porta-voz da empresa. A Honeywell está ciente de apenas um caso em que todas as seis telas em uma cabine de um 737 ficaram em branco, disse Krauss. O problema, causado por uma falha de software, foi corrigido e atualmente está sendo testado, disse.

Os 737 afetados fazem parte do chamado modelo da Próxima Geração, um antecessor do Boeing Max, que esteve envolvido em dois acidentes em menos de cinco meses. As telas da cabine do Max foram fabricadas pela Rockwell Collins, agora uma unidade da United Technologies, e não pela Honeywell. Os 777 da Boeing também foram incluídos na ordem da FAA.

A ordem da FAA não quantificou a quantidade de sinais de rádio necessários para causar problemas de interferência. Ainda assim, a ameaça do sinal de rádio vai além do sistema de exibição específico e do aviso da FAA.

Vários celulares que ficam ligados durante um voo "podem realmente ser um problema", disse o professor Tim Wilson, chefe do departamento de engenharia elétrica, computadores, software e sistemas da Universidade Aeronáutica Embry-Riddle. Quanto maior o número de telefones emitindo sinais de rádio, maior é o potencial de interferência no sistema de voo de um jato.

Modo avião

Muitas companhias aéreas agora permitem que os passageiros coloquem os celulares em "modo avião", o que permite transmissões Wi-Fi. Mas os celulares operam em níveis mais altos de energia, disse Wilson, já que os sinais devem chegar a uma torre de celular e não apenas a uma antena local. "Por isso, o serviço de celular é potencialmente mais impactante", acrescentou.

Apenas nos últimos três anos, pilotos perplexos no comando de jatos Boeing NG ou 777 - os mesmos modelos citados no alerta da FAA sobre o uso de celulares - relataram mais de uma dezena de casos de importantes informações que desapareceram durante o voo. Os pilotos classificaram as situações de "críticas" e enviaram seus relatórios ao Sistema de Relatórios de Segurança da Aviação, ou ASRS, que é administrado pela NASA.

Em setembro do ano passado, pilotos de um 737-700 observaram que várias informações de voo piscavam, mostrando diferentes velocidades e altitudes. Depois, uma tela de exibição ficou em branco. "Naquele momento", escreveram os pilotos, "decidimos que era melhor aterrissar a aeronave".

--Com a colaboração de Thomas Black, Justin Bachman, Christopher Jasper e Jonathan Morgan.

 

 

IstoÉ
18/07/2019

Passageira tem ‘ataque de fúria’ e ameaça derrubar avião

Chloe Haines, de 25 anos, teve um “ataque de fúria” durante um voo da Jet2 de Londres em direção à Turquia. Ela invadiu o cokpit da aeronave e gritou que iria derrubar o avião e “matar todo mundo”. Segundo o jornal Daily Mail, a ação durou 45 minutos.

Testemunhas disseram que a jovem empurrou uma comissária de bordo antes de ser contida pelos passageiros e ser presa pela polícia.

Chloe é assistente de operações da empresa de café Costa Express e segundo a polícia, teve a habilitação suspensa por dirigir embriagada, duas semanas antes do incidente.

 

 


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