Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Sábado, 19 de Janeiro de 2019
17/01/2019

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www.cavok.com.br
17/01/2019

Boeing 747-8F da Cargolux faz pouso de emergência após fogo e fumaça no cockpit

Um cargueiro Boeing 747-8F da Cargolux fez um pouso de emergência na quarta-feira (16/01) após um suposto incêndio detectado na cabine de comando.

Um alarme de incêndio no cockpit foi reportado após 11 minutos de voo, quando a equipe reportou fogo e fumaça no cockpit. O Boeing 747-8F (prefixo LX-VCJ), que havia decolado de Kuala Lumpur para o Aeroporto Internacional de Zhengzhou-Xinzheng, na cidade chinesa de Zhengzhou, uma escala de um voo (CV7303) que terminaria em Chicago, nos Estados Unidos da América.

Os pilotos tomaram a decisão de retornar e pousar em emergência, às 11h54 (hora local), no Aeroporto de Kuala Lumpur, capital da Malásia, onde as equipes de emergência foram acionadas.

O tráfego no aeroporto ficou suspenso por um período de tempo, antes e após o pouso, para posicionamento dos meios de socorro e por questões de segurança.

35 minutos após a partida da aeronave aprendeu sem problemas que a roda, o pouso após a aeronave parou na pista e a tripulação foi liberada anunciou que ninguém ficou ferido no incidente.

A Cargolux, empresa sediada em Luxemburgo, disse em um comunicado que o avião cargueiro foi recebido novo de fábrica há quatro anos, a tripulação não ficou ferida e que foi iniciada uma investigação.

Não foram detalhados eventuais prejuízos na aeronave.

 

 

www.opresente.com.br
17/01/2019

Avião com pane em um dos motores pousa em aeroporto do Paraná

Após a pane mecânica em um dos dois motores, um avião pousou com segurança no Aeroporto de Londrina na tarde de quarta-feira (16), segundo o Corpo de Bombeiros. Ninguém ficou ferido.

O voo da companhia aérea Azul saiu de Campinas (SP), com destino a Londrina, onde chegou por vulta das 15h30.

Os bombeiros fizeram o acompanhamento do pouso, com dois caminhões posicionados na pista.

De acordo com a corporação, mesmo com o motor direito do avião fora de funcionamento, o pouso foi tranquilo. Nenhum passageiro ou tripulante se feriu ou passou mal durante o pouso.

Ainda conforme os bombeiros, como apenas um motor estava funcionando, havia risco de sobrecarga dos freios, o que pode gerar fumaça e, por isso, é preciso ter equipes próximas do local. Neste caso, o trabalho dos oficiais não foi necessário pois não houve fumaça.

Em nota, a Azul informou que o voo AD-2442 registrou um problema técnico antes do pouso no aeroporto de destino.

“A companhia ressalta, no entanto, que o pouso e o desembarque dos clientes aconteceram sem intercorrências”, diz a empresa na nota.

A Infraero, responsável pelo aeroporto, apenas informou que houve um pedido de acionamento do plano de emergência, às 15h23, que foi mobilizada toda a equipe e que o pouso ocorreu às 15h29, sem nenhuma intercorrência.

 

 

pagina3.com.br
17/01/2019

Nova Boeing-Embraer deve empregar 9.000

A nova empresa a ser criada a partir da compra da linha de aviação comercial da Embraer pela Boeing deverá empregar cerca de 9.000 pessoas no Brasil.

Ainda sem nome e conhecida internamente como NewCo, acrônimo em inglês para Nova Companhia, ela deve ter sua criação formalizada nesta quinta (17) pelas fabricantes americana e brasileira.

Os detalhes finais, segundo a reportagem apurou junto a pessoas ligadas ao negócio, ainda estão sendo costurados pelos times jurídicos das duas empresas. Duas questões davam mais trabalho: a composição de pessoal e a equalização da propriedade intelectual da Embraer.

O negócio foi aprovado pelo governo brasileiro, que possui poder de veto remanescente da privatização da Embraer em 1994, na semana passada.

A negociação durou cerca de um ano, e a partir da assinatura os acionistas da empresa brasileira serão consultados em 30 dias.

A expectativa é de aprovação, em especial após a confirmação nesta quarta (16) de que eles receberão US$ 1,6 bilhão em dividendos pelo acordo. A Boeing pagará US$ 4,2 bilhões à Embraer pelo controle de 80% da empresa, enquanto 20% permanecerão com os brasileiros.

Em relação ao quadro funcional, ainda não está definido quem irá migrar da "velha Embraer" para a NewCo e quem ficará na empresa.

Ela reteve as linhas de defesa e aviação executiva.

A Embraer tem 18,5 mil funcionários, 16 mil no Brasil. O número a ser alocado na NewCo, 9.000, bate com a estimativa do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos sobre a força de trabalho da divisão comercial hoje.

A entidade se opõe ao acordo por temer que a "velha Embraer" se torne insustentável, perca postos de trabalho e acesso a tecnologia.

A questão da propriedade intelectual é bastante complexa. Para efetuar a separação da área militar da civil na Embraer, foi necessário redesenhar o departamento de pesquisa e desenvolvimento, que era interligado.

Ocorre que a empresa remanescente precisa manter pessoal e capacidade técnica na área civil, dado que continuará a vender jatos executivos. Ao todos, estão sendo analisados 3.000 itens.

O transbordo de tecnologia de um lado ao outro, que possibilitou por exemplo a adoção civil do domínio de voo subsônico a jato, também teve de ser encerrado.

Do lado dos novos controladores americanos, há dúvidas sobre a identidade de marca da NewCo. Ela pode vir a se chamar meramente Boeing Brasil, porque não poderá usar o nome Embraer.

Já a linha de jatos regionais comprada, estrelada pelos E2, pode ser chamada assim ou virar um produto Boeing. Nos anos 1990, quando a empresa americana comprou a rival McDonnell Douglas, apenas um avião foi renomeado (o Boeing-717, antigo MD-95).

Nesta quinta também será assinado o acordo que cria uma joint venture em que a Embraer tem 51% do controle para a produção e venda do cargueiro KC-390.

A Boeing já fazia a promoção comercial do avião no exterior, sem grande sucesso. A compra de 28 KC-390 pela FAB (Força Aérea Brasileira) seguirá na "velha Embraer", assim como a provável primeira exportação para Portugal.

Para habilitar o avião a ser vendido para os EUA ou utilizando os benefícios do programa americano de vendas militares para outros governos, deverá ser aberta uma linha do KC-390 no país. É o que acontece com os Super Tucano da "velha Embraer".

Os royalties de exportação a que a FAB tem direito por ter colocado R$ 5 bilhões no desenvolvimento do avião serão pagos pelo lado brasileiro da joint venture, que é majoritário como os militares exigiram na negociação.

Para aplacar temores de desnacionalização, o acordo deixa claro que a linha do KC-390 em Gavião Peixoto (SP) seguirá funcionando.

A questão das linhas ainda precisa ser definida ao longo de 2019, caso o negócio se concretize como esperado. Os jatos comerciais da NewCo continuarão a ser feitos na sede da Embraer em São José dos Campos (SP), mas não se sabe se a aviação executiva ficará por lá num acordo entre empresas ou movida para a unidade de Gavião Peixoto.

 

 


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