Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Sábado, 23 de Setembro de 2017
20/09/2017

<< Início   < Voltar  | |  Avançar >   Última >>

noticiasaominuto.com
20/09/2017

Jovem tentou embarcar em avião com bomba disfarçada de telemóvel

Explosivo foi detetado pelo sistema de segurança de raio-X.

Um homem foi detido, esta terça-feira, no Aeroporto de Mangalore, na Índia, depois de ter sido detetada uma bomba no interior da mala que transportava.

De acordo com a imprensa internacional, o engenho explosivo estava inserido no interior de um falso telemóvel que, por sua vez, estava guardado dentro de uma mala.

Assim que a mala passou no controlo de segurança e foi examinada pelo raio-X, os seguranças aperceberam-se do que estava no interior da bagagem de mão e detiveram o homem de 26 anos que se preparava para embarcar com direção ao Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

 

 

noticiasaominuto.com.br
20/09/2017

Azul terá que pagar indenização a mulher retirada de voo

A Azul Linhas Aéreas foi condenada a pagar indenização por danos morais a uma passageira que foi retirada de um voo da companhia, mesmo após ter adquirido passagem. A decisão foi da juíza Margareth Cristina Becker, do 2º Juizado Especial Cível de Brasília. O Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) fixou a indenização em R$ 3 mil. Cabe recurso da decisão.

Segundo o Metrópoles, a cliente contou que comprou uma passagem no portal eDestinos, de Porto Alegre para Brasília. No entanto, o bilhete foi cancelado e a passageira teve que adquirir uma nova passagem no balcão da Azul, no valor de R$ 1.619,11.

A mulher embarcou no avião, mas acabou sendo retirada do voo, porque a passagem não foi reconhecida pelo sistema da companhia aérea. A Azul se ofereceu para alocar a passageira no voo seguinte, mas ela preferiu comprar um novo tíquete em outra companhia e ter o valor reembolsado.

A passageira entrou com uma ação judicial contra a Azul, pelo constrangimento, e o eDestinos, pelo cancelamento da passagem.

+ Juiz que autorizou ‘cura gay’ será alvo de protesto

A juíza Margareth Cristina Becker, que analisou caso, entendeu que a autora não apresentou comprovação de compra da passagem junto ao eDestinos, portanto, não teria direito ao reembolso do valor.

Ainda de acordo com a publicação, a magistrada decidiu ainda que houve defeito no serviço prestado pela Azul Linhas Aéreas, “pois a venda foi consolidada e o pagamento realizado, mas a autora não conseguiu viajar no voo contratado”. A juíza concedeu o direito a indenização por danos morais.   

 

 


<< Início   < Voltar  | |  Avançar >   Última >>

Página Principal