Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Terça-Feira, 19 de Novembro de 2019
11/11/2019

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11/11/2019

Boeing 737 Max não deve voltar a voar pela American Airlines pelo menos até março de 2020

A American Airlines não incluiu em sua operação até o dia 5 de março de 2020, o Boeing 737 Max. A medida vem após a declaração da Southwest Airlines que também atrasaria o agendamento da aeronave até o início de março. Era esperado que a aeronave retornasse ao serviço em janeiro.

“A American Airlines permanece em contato contínuo com a Administração Federal de Aviação, Departamento de Transportes e Boeing”, afirmou a companhia em comunicado publicado em seu site no dia 8 de novembro. “Com base nas orientações mais recentes, a American antecipa que a retomada do serviço comercial programado na frota de aeronaves Boeing 737 MAX da American ocorrerá em 5 de março de 2020. Após a certificação da aeronave, a American espera realizar voos de exibição ou voos para membros da equipe americana e apenas convidados antes de 5 de março “.

Aniversário do primeiro acidente

A nova data de março fica a poucos dias do aniversário do segundo dos dois acidentes fatais ocorridos com o modelo. As aeronaves caíram após os controles de voo automatizados do Sistema de Características de Manobra (MCAS) do avião terem funcionados indevidamente. 346 pessoas morreram.

“A FAA está seguindo um processo completo para devolver o Boeing 737 MAX ao serviço de passageiros”, disse Lynn Lunsford, porta-voz da FAA. “Continuamos trabalhando com outros reguladores internacionais de segurança da aviação para revisar as alterações propostas nas aeronaves. Nossa primeira prioridade é a segurança, e não estabelecemos um prazo para quando o trabalho será concluído.” – concluiu.

 

 

RicMais.com.br
11/11/2019

Comandante deixa amiga pilotar avião com dezenas de passageiros a bordo
O caso foi descoberto depois que a mulher publicou um vídeo do momento em que pilota o avião; o piloto foi afastado até que a situação seja esclarecida
Por Redação RIC Mais

Um comandante que deixou sua amiga pilotar um avião, como copiloto, com dezenas de passageiros a bordo foi afastado do cargo até que a situação seja investigada. O caso ocorreu na Rússia em 31 de agosto deste ano. (Assista ao vídeo da mulher pilotando abaixo)

De acordo com o jornal Siberian Times, os investigadores da Yakutia confirmaram que uma mulher de 33 anos foi convidada a copilotar um avião durante 1 hora e 40 minutos de voo para o norte da república.

Um processo criminal foi instaurado contra o piloto da companhia aérea IrAero Airlines, identificado pela mídia local como Kirill S. Segundo o serviço de imprensa do Departamento de Investigação de Transporte da Sibéria Oriental, ele terá que responder criminalmente por sua atitude. “Estamos realizando um conjunto de atividades de investigação destinadas a estabelecer todas as circunstâncias do crime”, disse Yekaterina Plyaskina, vice-chefe do departamento.

O piloto pode pegar até dois anos de prisão ou pagar uma multa de 300.000 rublos se for condenado por violar a segurança dos passageiros.

Também é possível ouvir o comandante e piloto do avião dando as instruções para a amiga. “Volte para a direita, agora para a esquerda e vire-o para trás”, ele disse enquanto ela estava no controle do avião.

Na sequência, Anna aponta para a tela de navegação e pergunta ao piloto porque não consegue levar o avião em determinado lugar. Ele então responde: “Bem, eu não tenho ideia do por quê de você não poder chegar lá”.

As fotos e vídeos foram postadas por Anna no Instagram após o voo, mas foram excluídas após a polêmica que prejudicou a carreira do piloto. Agora, ela se declarou mortificada pelos problemas legais que o amigo está enfrentando.

Amigo diz que comandante esteve no controle o tempo todo

Já um amigo próximo do piloto tentou defendê-lo e alegou que foi uma brincadeira curta e inocente e que durante todo o voo, o verdadeiro comandante esteve no controle do avião civil.

‘Kirill é um dos melhores pilotos com quem trabalhei. Ele nasceu com uma roda de avião nas mãos. Ele se tornou um comandante de 26 anos, e poderia ter sido ainda mais cedo se as regras permitissem ‘, disse o amigo não identificado, segundo o site de notícias Podyem.

Ele ainda insistiu que a mulher só podia segurar o volante do avião, sem ter controle. “Ela era sua amiga de infância”, disse a amiga. Ele a sentou na cadeira e ela segurou o volante, enquanto as mãos dele estavam no segundo volante, então nada teria acontecido de qualquer maneira.

 

 

AeroIn
11/11/2019

Qantas recebe o avião que baterá, esse mês, o recorde de voo mais longo do mundo
Carlos Ferreira

Há menos de um mês, o mundo testemunhou um momento memorável, quando a empresa aérea australiana Qantas realizou um voo de mais de 19 horas ligando Nova Iorque a Sydney sem escalas, num teste de viabilidade para os futuros voos ultra-longos, denominado pela empresa de Projeto Sunrise.

Junto com o teste veio o recorde de voo comercial de passageiros mais longo do mundo, o qual será batido novamente em 14 de novembro. É verdade que, em meados do ano, a empresa já havia divulgado a possibilidade de realização de um segundo voo, mas ele ainda dependia do sucesso do primeiro.

E essa confirmação veio rápido. Logo após o pouso do primeiro voo do Sunrise, o empolgado CEO da Qantas, Allan Joyce, confirmou de imediato a realização de um trajeto ainda mais longo, ligando Londres a Sydney, numa jornada de cerca de 20 horas e 20 minutos pelos céus, o qual está previsto para novembro.

O avião do recorde chegou

Na última quinta-feira, 7 de novembro, a empresa finalmente recebeu a aeronave que será responsável por entrar para a história (de novo) com o voo mais longo do mundo. Como parte do projeto e, ao mesmo tempo, em comemoração dos 100 anos da empresa, o Boeing 787-9 Dreamliner de matrícula VH-ZNJ foi batizado de Longreach (“Longo Alcance”), igual aos jumbos Boeings 747 da australiana, que estão sendo aposentados.

Além do nome batismal e do destaque principal ao número “100” em letras garrafais na parte dianteira da fuselagem com o clássico Canguru dentro do último zero, esta pintura conta com todas as logos da história da companhia aérea, que foi fundada em 1920. Usar a aeronave no voo mais longo do mundo foi uma tacada de mestre da Qantas para promover a marca.

Algo curioso de se comentar é que, apesar de o Boeing 787-9 estar sendo usado nos voos de testes do Projeto Sunrise, ele não tem capacidade de operar esses voos no futuro (os voos de testes são feitos com limite de passageiros e carga). Nos voos ultra-longos que a Qantas espera fazer a partir de 2023, outra aeronave – que ainda não existe – deve ser utilizada.

Era dos voos ultra-longos

O Projeto Sunrise da Qantas tem como objetivo principal testar a viabilidade para a operação de voos regulares ultra-longos e diretos da costa leste australiana (saindo de Brisbane, Sydney e Melbourne) para Londres e Nova Iorque. O Rio de Janeiro também está na lista mas não é a prioridade inicial da empresa. Tratam-se de voos muito longos, com 19h, 20h e até 21h de duração.

Para tornar isso possível, já que nenhuma aeronave comercial atual tem tamanha capacidade, a empresa desafiou a Airbus e a Boeing a oferecerem um novo modelo que tornem viáveis estas rotas, seja no quesito técnico de alcance como capacidade mínima de passageiros, a fim de deixar o voo rentável.

Enquanto a Airbus trabalha no A350-1000ULR e a Boeing no 777X para atender esta demanda, a Qantas já quer começar a testar os efeitos destes futuros voos nas pessoas a bordo. A decisão da Qantas pelo modelo a ser usado nesses voos ultra-longos está prevista para esse ano.

 

 


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