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Segunda-Feira, 19 de Agosto de 2019
14/08/2019

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ovale.com.br
14/08/2019

Embraer recebe certificação da Anac para seu jato Praetor 50
Durante evento no aeroporto de Congonhas, empresa anuncia que tem liberação da Anac para produzir comercialmente o jato da família média; avião vai de São Paulo a Europa ou Estados Unidos com uma só parada
Da redação@jornalovale | @jornalovale

A Embraer anunciou nesta terça-feira que recebeu certificado da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) para o Praetor 500, seu novo jato da categoria de médio lançado no fim do ano passado.

O Certificado de Tipo permite que a empresa siga fabricando aviões daquele modelo, para fins comerciais. Segundo a companhia, trata-se do jato médio mais veloz e de maior alcance, sendo capaz de partir de São Paulo para qualquer cidade na América do Sul, ir à Europa ou EUA com uma única parada.

O preço de lista do Praetor 500 é de US$ 17 milhões, e o anúncio foi feito na tarde desta terça durante cerimônia realizada na Labace, maior feira de aviação executiva da América Latina, que acontece até amanhã no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

"A certificação do Praetor 500 é uma realização que nos dá ainda mais motivo para celebrarmos os nossos 50 anos de história. Essa aeronave revolucionária é um tributo ao compromisso das nossas equipes à excelência e uma prévia do pioneirismo que a Embraer irá realizar ao longo dos próximos 50 anos", disse Michael Amalfitano, presidente e CEO da Embraer Aviação Executiva.

"Com o mais alto desempenho, tecnologia e conforto em sua classe, o Praetor 500 se torna o melhor jato executivo médio já criado, elevando o padrão de experiência do cliente na sua categoria. É com muita satisfação que anunciamos que já realizamos vendas do Praetor 500, inclusive no Brasil", completou.

 

 

promowiew.cm.br
14/08/2019

iFood projeta testar entregas com drones em Campinas
Projeto é uma parceria com a empresa SMX Systems

A cidade de Campinas (SP), distante 90 kilometros da Capital do Estado, pode ser a pioneira do País a contar com um serviço de delivery de alimentos com a ajuda de drones.

A negociação está sendo feita entre a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e o aplicativo iFood, que firmou uma parceria com a empresa de drones SMX Systems / Speedbird Aero para utilizar os veículos aéreos como um sistema de entrega.

Segundo informação do diretor de logística do iFood, Roberto Gandolfo, "Esse é um projeto que vai gerar conhecimento. Vamos aprender em Campinas, para que possamos levar para outras cidades. A ideia é realmente aprender. Além de ser um mercado que operamos há muitos anos, com uma densidade grande de pedidos, Campinas tem uma geografia que favorece."

De acordo com nota publicada pelo site Mundo Conectado, as empresas estão trabalhando para a iniciativa cumprir as exigências a regulamentos da Anac e do Decea (Departamento de Controle do Espaço Aéreo).

Segundo o iFood, a expectativa do app é conseguir reduzir seus tempos de entrega para até dois minutos e meio.

Até o momento, o projeto planeja duas rotas. Uma dentro do Shopping Iguatemi de Campinas, que levaria a comida da praça de alimentação até um centro de distribuição, e uma fora do empreendimento, nas ruas, para levar a comida até o consumidor final.

A segunda rota é considerada a mais importante e também a mais difícil de ser aprovada, já que todos os trajetos que os drones executariam nas ruas precisariam ser previamente autorizados pelo Decea.

O drone que pode vir a ser utilizado para as entregas em Campinas é um DLV-1, com fabricação nacional. Trata-se de uma aeronave com 1,4m de diâmetro e capaz de carregar até 2 kg em seus voos.

O drone vem equipado também com uma caixa de transporte capaz de monitorar a temperatura da comida dentro dele, pois foi especialmente adaptado para a entrega de alimentos.

 

 

DiarodoGrandeABC
14/08/2019

CVC registra prejuízo de R$ 92 mi sem Avianca
Saída da companhia aérea provoca resultado negativo à operadora de turismo no 1º semestre

A CVC Corp, empresa de turismo com sede em Santo André, registrou perdas na ordem de R$ 92 milhões no primeiro semestre relacionadas ao fim das operações da Avianca no Brasil. A CVC havia negociado R$ 100 milhões em passagens aéreas da companhia, que parou de voar no País em maio. Os dados foram informados pelo jornal Valor Econômico.

A saída repentina da Avianca do mercado nacional fez com que média de 3.400 passagens diárias fosse cancelada dentro de pacotes comercializados pela CVC. A empresa de turismo teve de recorrer às concorrentes da Avianca, como Latam, Azul e Gol, para minimizar o impacto negativo.

O imbróglio fez crescer, à época, o número de reclamações sobre reacomodação de viagens em sites especializados. O volume de queixas foi tão expressivo que o Procon de São Paulo enviou notificação à CVC – também à Decolar e à Viajanet – cobrando explicações. À época, o órgão estadual classificou que a CVC não estava dando suporte aos passageiros da Avianca.

Em entrevista ao site Infomoney, o presidente da CVC Corp, Luiz Fernando Fogaça, minimizou o rombo. “Já resolvemos 90% dos casos relacionados à Avianca e os 10% restantes estão provisionados nos R$ 82 milhões. Não temos mais despesas (como reembolso e reacomodação) com isso nos próximos trimestres”, discorreu. Os R$ 82 milhões citados por Fogaça se referem à reserva financeira feita pela empresa para cobrir eventuais problemas ainda relacionados à Avianca.

Apostas da operadora para evitar mais perdas é a estabilidade do mercado de aviação após a turbulência com a saída da Avianca e a expansão de canais digitais de venda de pacotes. Analistas de mercado temem que o fim das atividades de uma companhia aérea tensiona para cima o preço praticado pelas concorrentes.

Em julho, o TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), por meio da segunda Câmara Reservada de Direito Empresarial, votou a favor da decretação de falência da Avianca no Brasil. A empresa estava em recuperação judicial desde dezembro. No ano passado, a Avianca chegou a registrar dívida na ordem de R$ 2,8 bilhões. 

 

 


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