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    30/06/2020

    Bagagem de mão nos aviões pode acabar (por causa da pandemia)

    A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (AESA) recomenda que todas as malas sejam despachadas para o porão para limitar o transporte de bagagem de mão dentro do avião, de forma a reduzir o contacto entre passageiros, staff e infraestruturas.

    De acordo com o Observador, a pandemia de covid-19 obrigou à tomada de medidas mais restritivas nos aeroportos para evitar a propagação do vírus e a prática de transportar bagagem de mão dentro do avião está a ser limitada e pode mesmo acabar.

    A Agência Europeia para a Segurança da Aviação (AESA) e o Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças aconselham, no último protocolo de segurança na aviação publicado, que a bagagem de mão permitida na cabine do avião seja encaminhada diretamente para o porão ou que os passageiros evitem levar esse tipo de bagagem.

    A agência recomenda que os passageiros façam o check-in online, levem o cartão de embarque no telemóvel e façam a etiquetagem da bagagem fora do aeroporto, para que o processo de controlo no aeroporto seja agilizado e mais seguro.

    O protocolo sublinha ainda a importância de manter o distanciamento social nas instalações dos aeroportos, bem como a higienização das mãos e o uso de máscara de proteção.

    Já algumas companhias aéreas aderiram a estas recomendações, como é o caso da Vueling, Air Europa e Ryanair. Cada país e cada empresa terão de decidir se também as vão seguir e que medidas irão aplicar.

    Em Itália, a bagagem de mão nos aeroportos nacionais e nos voos internacionais para o país vai estar proibida a partir de 26 de julho por “razões de saúde”. Só são permitidos malas de mão pequenas e objetos que possam ser colocados debaixo do assento no avião.

     

     

    Panrotas
    30/06/2020

    Latam oficializa aporte dos acionistas de US$ 900 milhões

    A Latam Airlines formalizou junto à Vara de Falências de Nova York o aporte de US$ 900 milhões a ser feito pela Qatar Airways e famílias Cueto e Amaro, fundadores da LAN Chile. De acordo com o jornal Diario Financiero, os recursos serão aportados na forma de um DIP, uma espécie de financiamento que pode ser feito quando a empresa entra em recuperação judicial nos EUA.

    Segundo o CEO do grupo, Roberto Alvo, com esse aporte não será necessário o apoio do governo chileno. "Considerando que até agora as empresas do grupo que fazem parte da reorganização não tinham acesso ao apoio estatal, o compromisso de dois dos principais acionistas foi fundamental para dar continuidade operacional e acessar outras fontes de financiamento", afirmou o CEO do grupo Latam Airlines, Roberto Alvo.

     

     


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