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Sábado, 26 de Maio de 2018
21/05/2018

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gazetadopovo.com.br
21/05/2018

Qual deve ser a nova cara da Embraer após acordo com Boeing

Depois de meses de negociação, a Embraer deu os primeiros indícios de qual será o modelo de negócio adotado na parceria com a Boeing. A companhia brasileira afirmou em comunicado ao mercado que a possibilidade em estudo é a criação de uma joint venture (terceira empresa) que ficaria responsável por toda a área de aviação comercial da Embraer. Essa joint venture, porém, teria o controle majoritário da Boeing, segundo especulações de mercado. Com isso, restaria à Embraer exclusivamente as áreas de defesa e aviação executiva, além de uma participação minoritária na nova empresa de aviação comercial.

A grande questão é saber como ficará a situação financeira da Embraer após o acordo. A área de aviação comercial, que passaria para o controle da Boeing, é responsável por mais da metade do faturamento da brasileira e responde por grande parte do lucro operacional. Nos últimos cincos anos (2013-2017), a aviação comercial respondeu por em torno de 85% do lucro operacional da Embraer e chegou a representar até 57,7% do faturamento da empresa no ano de 2017.

As áreas de defesa e aviação executiva, que devem ficar exclusivamente com a Embraer, viveram um período mais instável principalmente nos três anos últimos anos, quando representaram, juntas, menos de 45% do faturamento da Embraer. Em 2017, por exemplo, a área de defesa e segurança foi responsável por 16,3% da receita e a de aviação executiva, 25,6%. Além disso, a área de defesa chegou a operar no vermelho em 2015, enquanto a executiva responde apenas por uma parcela pequena no lucro operacional da companhia.
Embraer negocia sua sustentabilidade financeira

Para garantir a sustentabilidade financeira de Embraer após o acordo, os principais pontos em negociação são: qual será o prêmio que a fabricante brasileira vai receber pela criação da joint venture, já que vai disponibilizar toda a sua lucrativa área comercial no acordo; qual será o montante que a Boeing vai aportar no novo negócio; e qual será o percentual de participação da Embraer da joint venture.

Além dessas pautas, outras negociações que também vão afetar o futuro da nova Embraer são sobre como será feita a transferência de tecnologia entre as empresas e quantos e quais profissionais da Embraer vão trabalhar na joint venture.

Segundo apurou a reportagem do jornal Valor Econômico, a Boeing queria ter 90% da joint venture, mas o governo brasileiro (que tem uma ação especial, chamada golden share, que lhe dá direito a vetar a negociação) quer pelo menos 20% de participação mais assentos no conselho. Esse percentual defendido pelo governo, segundo o Valor, seria o necessário nos cálculos das autoridades para garantir dinheiro suficiente para sustentar a área de defesa da Embraer, quando necessário.

“O setor de defesa é quem desenvolve as novas tecnologias que depois são aplicadas na aviação comercial. Em todo o setor [de aviação] é assim: os setores aeroespacial e de defesa geram as novidades para toda a aviação. Por isso, o que não se pode faltar são recursos na área de defesa”, afirma o engenheiro aeronáutico e presidente da Vinci Aeronáutica, Shailon Ian. “Isso [os recursos para a defesa] vai depender muito também do governo brasileiro, do andamento das compras do caça KC-390 [o novo avião cargueiro da Embraer que chega ao mercado no 4.º trimestre] e das futuras licitações que a Embraer venha a ganhar outros países”, completa o especialista.

A Embraer encerrou o ano de 2017 com uma carteira de pedidos a entregar na área de defesa e segurança de US$ 4,2 bilhões. Os principais aviões da empresa na área são o KC-390 e o A-29 Super Tucano. A expectativa é que a área responda por 15% da receita líquida da companhia em 2018. Já na área de aviação executiva, a Embraer tinha, no fim de 2017, US$ 777 milhões em pedidos. A companhia acredita que a área vai responder por 25% da receita em 2018.

 

 

g1.globo.com
21/05/2018

Avião de Alok sai da pista em aeroporto de Juiz de Fora; DJ passa bem

Um avião que transportava o DJ Alok saiu da pista durante a decolagem no aeroporto em Juiz de Fora, da Zona da Mata mineira, no final tarde deste domingo (20). Não houve feridos e a assessoria do DJ disse que ele passa bem.

Alok Achkar Peres Petrillo tem 26 anos e é natural de Goiânia (GO). O DJ é atualmente um dos grandes nomes da cena eletrônica mundial. "Hear me now" é um dos hits mais populares lançados pelo artista.

Por telefone na noite deste domingo, a assessoria das Forças Aéreas Brasileiras (FAB) informou inicialmente que houve uma “excursão de pista”, que o avião não chegou a derrapar, acendeu um alarme enquanto estava subindo, alertando alguma pane. Ainda segundo a FAB, seriam verificados quais procedimentos adotados neste caso.



Na manhã desta segunda-feira (21), em nota, a FAB disse que investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos realizarão nesta segunda a Ação Inicial da ocorrência envolvendo a aeronave e que este é o começo do processo de investigação e “possui o objetivo de coletar dados: fotografar cenas, retirar partes da aeronave para análise, reunir documentos e ouvir relatos de pessoas que possam ter observado a sequência de eventos”.

Logo após o incidente, o artista se manifestou nas redes sociais. DJ Alok gravou imagens mostrando o avião e tentou dizer algumas palavras aos fãs. "Galera, fui decolar aqui... o avião...", disse demonstrando nervosismo.

Ofegante, ele não conseguiu completar a frase e apenas continuou filmando. Na sequência publicou por escrito: "Estamos todos bem. Só consigo agradecer! Nascemos de novo! 20 de maio, meu segundo nascimento."

A equipe do MGTV confirmou que nove pessoas, contando com piloto e copiloto, estavam na aeronave, um Cessna modelo 560X, prefixo PR-AAA. O avião pertence ao DJ e está em situação regular. O MGTV também apurou que o avião só deve ser retirado da pista nesta segunda-feira (21).

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Turismo (Sedettur) comunicou que o incidente durante a decolagem da aeronave ocorreu por volta das 16h30 no Aeroporto Municipal Francisco Álvares de Assis, conhecido como Aeroporto da Serrinha.



Ainda em nota, a Sedettur declarou que os procedimentos de segurança foram acionados pela empresa que opera o aeroporto, assim como os contatos com o Corpo de Bombeiros e os órgãos ligados à Aeronáutica.

A Polícia Militar (PM), que acompanhou os trabalhos de segurança no local, também informou que, apesar de ter parado no fim da pista com o bico virado para baixo, o avião não sofreu sérios danos na fuselagem. Os bombeiros estiveram no local para limpeza e prevenção contra incêndio.

Em vídeo que circula nas redes sociais, é possível ver a aeronave fora da pista e uma nuvem de fumaça.

 

 

regiaonoroeste.com
21/05/2018

Legistas já identificaram 20 corpos de vítimas de acidente aéreo

O Instituto de Medicina Legal de Cuba já identificou 20 corpos das vítimas do acidente aéreo registrado na última sexta-feira (18) em Havana, que provocou a morte de 110 pessoas.

O diretor do órgão, Sergio Rabell, explicou que as equipes estão trabalhando sem descanso para identificar os corpos, mas ressaltou que o processo pode demorar um mês para ser concluído.

O voo DMJ-972 operado pela Cubana de Aviación caiu minutos depois de decolar do aeroporto internacional de Havana, com 113 pessoas. Apenas três mulheres cubanas sobreviveram ao acidente.

Fontes do Ministério de Saúde Pública de Cuba explicaram que a identificação vai demorar porque a queda fez com que os restos mortais ficassem muito espalhados, dificultando o trabalho.



Do total de vítimas, 99 eram cubanos e 11 estrangeiros, sete deles mexicanos - os seis membros da tripulação e uma turista -, dois argentinos e dois saarianos.

Rabell anunciou que os parentes das vítimas mexicanas já chegaram a Cuba. Os legistas estão pegando amostras genéticas para facilitar o reconhecimento dos corpos da tripulação e da turista do país. Os familiares das vítimas cubanas também estão na capital. Eles foram colocados em um hotel pelo governo, que disponibilizou uma equipe de psicólogos especializada em traumas para ajudá-los.

Em paralelo, seguem as investigações no local onde o avião caiu. Uma equipe de especialistas procura informações para esclarecer o que ocorreu e busca a segunda caixa-preta do avião, a que registra dados técnicos da aeronave. A primeira, de voz, já foi achada.

 

 

 


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