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Quarta-Feira, 24 de Abril de 2019
15/04/2019

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diariodoturismo.com.br
15/04/2019

American Airlines vai estender cancelamentos do Boeing 737 Max até agosto
O grupo American Airlines difundiu nota neste domingo (14), que estenderá os cancelamentos do Boeing Co 737 Max até 19 de agosto, chegando a aproximadamente 115 voos cancelados diariamente, ou 1,5% do cronograma diário do verão.

Em uma carta a funcionários e clientes, o executivo-chefe Doug Parker e o presidente Robert Isom disseram acreditar que o 737 MAX será recertificado antes de 19 de agosto, mas querem assegurar a confiança “no auge da temporada de viagens e fornecer confiança para nossos clientes e membros da equipe sobre seus planos de viagem”.

O modelo 737 MAX foi colocado de lado no mundo inteiro em março, depois de uma queda fatal da Ethiopian Airlines que matou os 157 pessoas a bordo, apenas cinco meses depois de uma queda similar da Lion Air, que matou 189 passageiros e tripulantes.

A American Airlines é dona de 24 jatos MAX e espera a entrega de mais 16 este ano.

A Boeing, que enfrenta a maior crise em anos logo após concluir a operação de compra da divisão de aviação comercial da brasileira Embraer neste ano, está desenvolvendo uma atualização do softwareque ficou sob a mira de autoridades de aviação após a queda do avião da Ethiopian e da queda do 737 MAX operado pela Lion Air.

A maior fabricante de aviões do mundo está sob pressão para convencer clientes dos aviões MAX e autoridades do setor de aviação de que a aeronave é segura para voltar a voar. As operações com o jato foram suspensas em todo mundo em março.

 

 

www.wort.lu
15/04/2019

Maior avião do mundo já levantou voo. Mas não vai poder voar nele
De uma asa à outra o Stratolaunch mede mais de 117 metros, mais do que a largura de um campo de futebol.

Os problemas legais da Boeing aumentaram na terça-feira, quando um novo processo acusa a empresa de fraudar os acionistas, ocultando as deficiências de segurança em seus aviões 737 MAX antes que dois acidentes fatais levassem ao sei aterramento mundial.

A açãO maior avião do mundo em largura realizou o voo inaugural no fim de semana passado, no deserto do Mojave, na Califórnia, nos EUA. No sábado, durante mais de duas horas o Stratolaunch voou a uma altitude de 17 mil pés, a uma velocidade média de 304 quilómetros por hora. As dimensões do Stratolaunch impressionam tanto quanto o que pode transportar: foguetes para colocar satélites comerciais no Espaço.

Atualmente, a maior parte dos foguetes são lançados da Terra, mas a ScaleComposites - empresa responsável pelo projeto - acredita que a sua colocação no ar torna este processo mais eficiente. Atualmente, há poucos meios que permitem o envio destes foguetes para o Espaço, pelo que o Stratolaunch poderá constituir uma vantagem competitiva para empresas ligadas à exploração espacial. No entanto, dado a sua envergadura, o avião não aterra nem descola facilmente em qualquer pista.

De uma asa à outra, o aparelho é mais largo do que um campo de futebol: mais de 117 metros, no que aparenta ter uma fina estrutura horizontal. É o maior avião em largura mas outra aeronaves ultrapassam os seus 73 metros de comprimento. Nesta categoria, o avião é ultrapassado pelo avião comercial Boeing 747-8 e outros aparelhos de carga.

Os responsáveis esperam poder transportar foguetes de 250 toneladas carregados com satélites a uma altura de 35 mil pés, atingindo a estratosfera. Quando atinge a altitude de cruzeiro o foguete desprende-se da aeronave e prossegue o seu caminho em direção ao espaço.

Pesa aproximadamente 227 toneladas. É composto por uma dupla fuselagem, seis motores de Boeing 747. O trem de aterragem possui 28 rodas. Foram reutilizadas partes de três modelos 747 na construção do Stratolaunch. Na descolagem, o peso máximo do aparelho atinge os mais de 650 toneladas. A companhia não divulgou, no entanto, quanto custa cada avião e a totalidade do projeto que levou ao seu desenvolvimento.

O voo de sábado decorreu sem grandes imprevistos e constituiu uma homenagem ao seu mentor, Paul Allen. O também cofundador da Microsoft e entusiasta do Espaço foi a mente por detrás do aparelho, mas faleceu em outubro passado, aos 65 anos, vítima de cancro no sangue. "Dedicamos este dia ao homem que nos inspirou a encontrar formas de fortelecer os que procurar solucionar os problemas do mundo (..) Sem dúvida ele [Paul Allen] ficaria excecionalmente orgulhoso de ver esta aeronave a levantar voo", referiu Jean Floyd, CEO do projeto.

O futuro do projeto é ainda muito incerto. Segundo a revista Wired, a empresa não divulgou planos para os próximos voos e será necessário ainda obter aprovação da Agência Federal de Aviação norte-americana (FAA, na sigla inglesa) para começar oficialmente a operar. Ao mesmo tempo, alguns questionam a viabilidade do Stratolaunch, caso a tendência em construir foguetes mais pequenos se confirme. Este dado poderia tornar o Stratolaunch pouco apelativo para empresas aeroespaciais, nota o jornal The New York Times.

o coletiva proposta no tribunal federal de Chicago pede indenização por supostas violações de fraude de valores mobiliários, depois que o valor de mercado da Boeing caiu US$ 34 bilhões em duas semanas após o acidente de 10 de março de um avião 737 MAX da Ethiopian Airlines.

O diretor executivo Dennis Muilenburg e o diretor financeiro Gregory Smith também foram indicados como réus.

O porta-voz da Boeing, Charles Bickers, não fez nenhum comentário imediato.

De acordo com a reclamação, a Boeing “efetivamente colocou lucratividade e crescimento à frente da segurança e honestidade do avião” ao levar o 737 MAX ao mercado para competir com a Airbus SE, deixando de fora recursos “extras” ou “opcionais” projetados para impedir os acidentes da Ethiopian Airlines e da Lion Air.

 

 


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