Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig
Quarta-Feira, 24 de Abril de 2019
10/08/2010

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Folha de São Paulo
10/08/2010

Após atrasos, Gol rejeita acordo sobre escala de seus tripulantes
Sindicatos de trabalhadores reclamam da jornada na empresa
DE SÃO PAULO

Acabou sem acordo a audiência de mediação realizada ontem no Ministério Público do Trabalho em SP entre a Gol, o Sindicato Nacional dos Aeronautas e o Sindicato Nacional dos Aeroviários para discutir questões como a jornada de trabalho.

Problemas com a escala das tripulações causaram atrasos em voos da empresa na semana passada.

A Procuradoria propôs à Gol que assumisse o compromisso de manter rigorosamente as escalas dentro da convenção coletiva da categoria, com proposta de multa de R$ 100 mil por dia em caso de descumprimento. A companhia aérea alegou não ser possível assumir esse compromisso por enquanto.

Uma nova audiência deve ocorrer no dia 20. "Os trabalhadores vão decidir no dia 13, em assembleia, se devem dar um voto de confiança ao Ministério Público", afirmou a presidente do Sindicato dos Aeroviários, Selma Balbino.

As reivindicações dos funcionários referem-se a jornada excessiva de trabalho, equiparação salarial e fim da impossibilidade de reclamar das escalas de trabalho.

De acordo com a Gol, os aeronautas cumprem a jornada de 85 horas mensais, e ocorreu um problema pontual entre os dias 15 e 30 de julho, quando houve falha na implantação do novo programa que monta as escalas.

A empresa afirma desconhecer os problemas apontados pelos pilotos, como privação de sono após viagens.

Sobre os aeroviários, a Gol disse que soube das reivindicações do sindicato recentemente e que vai se reunir com a entidade amanhã.

 

 

Folha de São Paulo
10/08/2010

Aeroportos viram foco de embate em SP
Problemas de atraso em projetos atingem tanto locais administrados pela União quanto os de gestão estadual
Evandro Spinelli

Consideradas vitais por causa da Copa de 2014, as obras de ampliação e construção de aeroportos patinam nas mãos dos governos do PT e do PSDB em SP.

A oposição ao governo Lula ataca sobretudo os atrasos na ampliação dos aeroportos de Cumbica (terceiro terminal de passageiros) e de Viracopos (segunda pista). Em São Paulo, as modernizações também estão atrasadas.
O assunto deve ser um dos temas abordados no primeiro debate entre os candidatos a governador, na próxima quinta-feira, na TV Band.
O governo federal administra cinco aeroportos em SP. Outros 31 são do Estado.

Ontem, o governador Alberto Goldman (PSDB) defendeu, em artigo na Folha, a construção de um novo aeroporto na região metropolitana de São Paulo, proposta que não é consenso.

Goldman quer que a União autorize o Estado a fazer a obra por uma parceria público-privada, mesmo modelo adotado na internacionalização do aeroporto de Ribeirão Preto. O processo começou em 2001, por força de um decreto do então governador, Geraldo Alckmin (PSDB).

A empresa que venceu a licitação em 2005 ampliaria a pista e construiria um terminal de cargas internacionais, mas nada foi feito. "A empresa diz que a pista não é suficiente para receber voos internacionais e não começou a operar por causa disso", diz a prefeita Dárcy Vera (DEM).

A Secretaria Estadual dos Transportes informou que a internacionalização depende de autorização da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) e a ampliação da pista depende do estudo da "curva de ruído", solicitado pelo Ministério Público.

A campanha de Alckmin informou que seu plano de governo prevê a transferência dos aeroportos estaduais à iniciativa privada. Para ele, a responsabilidade maior é do governo federal, pois os aeroportos federais têm 28 vezes mais passageiros.

Emidio de Souza, coordenador da campanha de Mercadante, disse que o plano de governo vai apresentar um projeto para "potencializar os aeroportos do interior".

Celso Russomanno disse pretende investir na infraestrutura do Estado, inclusive nos aeroportos.

 

 

O Estado de São Paulo
10/08/2010

Gol não se compromete a regularizar escala

Em audiência realizada ontem pelo Ministério Público do Trabalho de São Paulo, a Gol Linhas Aéreas se recusou a regularizar, até dia 20, as escalas de trabalho dos funcionários. A ata registra que "a empresa disse não ser possível assumir tal compromisso, sob pena de multa". Procurada, a Gol disse que "cumpre toda a legislação trabalhista em vigor e o sistema de escalas estabelecido na regulamentação da categoria" e provará isso ao MP.

 

 

Agência Senado
10/08/2010

Sem acordo com a Gol, funcionários votarão sobre greve na sexta-feira
Em audiência de conciliação, empresa nega acusações de sindicatos
Lino Rodrigues

SÃO PAULO. Acabou sem acordo a audiência de conciliação convocada ontem pelo Ministério Público do Trabalho de São Paulo. O clima ficou quente durante a reunião, com a Gol negando todas as acusações feitas pelos sindicatos dos aeroviários e dos aeronautas. Fica mantida, assim, assembleia para a próxima sexta-feira (dia 13), quando os trabalhadores das duas categorias votarão a proposta de greve paralisando as atividades na empresa aérea por tempo indeterminado. Os funcionários da Gol reclamam do excesso de jornada, assédio moral, disparidade salarial e falta de plano de saúde.

— O indicativo de greve para o dia 13 não está contido — disse Carlos Camacho, diretor do Sindicato Nacional dos Aeronautas, referindo-se ao objetivo do encontro de conter o movimento de paralisação na empresa aérea.

Sem acordo, a procuradora regional do Trabalho, Laura Martins de Andrade, que conduziu a reunião, marcou novo encontro para o próximo dia 20, quando serão anexados documentos das partes e ouvidos depoimentos de funcionários. Esses depoimentos, observou a procuradora, serão tomados sob sigilo para evitar que o funcionário seja punido pela empresa.

— Chamei eles (sindicatos e empresa) porque houve notícias de greve. Não posso deixar que a greve aconteça antes de tentar uma conciliação — disse a procuradora.

Ela lembra, porém, que o não comprometimento da Gol em cumprir a convenção coletiva e a regulamentação da categoria, sob pena de multa de R$ 100 mil por dia, abre a possibilidade de greve a partir da próxima sexta-feira.

Apesar do grande número de denúncias feitas pelos próprios pilotos da Gol no site do Sindicato dos Aeronautas, o presidente da entidade, Gelson Fochesato, disse que não pretende pôr em votação na assembleia do próximo dia 13 indicativo de greve da categoria.

Segundo ele, que é piloto da Gol, a empresa se comprometeu a rever os procedimentos em relação à escala dos tripulantes dos voos (comissários, pilotos e co-pilotos). Nervoso, ele admitiu que não são só os pilotos da Gol que estão cansados, mas também os de outras companhias aéreas.

Sindicato dos aeroviários deve votar por paralisação Já a presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Balbino, deixou a sala de reuniões do Ministério Público do Trabalho decepcionada com o resultado. Com cópias das denúncias enviadas aos órgão reguladores do setor, a sindicalista disse que há mais de três anos têm denunciado ao Ministério Público e à Agências Nacional de Aviação Civil (Anac) as empresas aéreas Gol, TAM e Ocean Air (hoje Avianca) por descumprimento da legislação trabalhista e da aviação comercial.

Selma classificou a postura dos representantes da Gol na reunião (de negar as irregularidades) de “truculenta”. Os aeroviários, segundo ela, vão votar, na próxima sexta-feira, indicativo de greve na empresa. Para ela, o encontro marcado para amanhã com a direção da Gol não deverá trazer o resultado esperado pelos trabalhadores, uma vez que tem sido prática da empresa ignorar as reivindicações dos funcionários: — Já tivemos várias reuniões desde 2007 sem nenhum resultado prático — disse Selma.Sindicato dos aeroviários deve votar por paralisação Já a presidente do Sindicato Nacional dos Aeroviários, Selma Balbino, deixou a sala de reuniões do Ministério Público do Trabalho decepcionada com o resultado. Com cópias das denúncias enviadas aos órgão reguladores do setor, a sindicalista disse que há mais de três anos têm denunciado ao Ministério Público e à Agências Nacional de Aviação Civil (Anac) as empresas aéreas Gol, TAM e Ocean Air (hoje Avianca) por descumprimento da legislação trabalhista e da aviação comercial.

Selma classificou a postura dos representantes da Gol na reunião (de negar as irregularidades) de “truculenta”. Os aeroviários, segundo ela, vão votar, na próxima sexta-feira, indicativo de greve na empresa. Para ela, o encontro marcado para amanhã com a direção da Gol não deverá trazer o resultado esperado pelos trabalhadores, uma vez que tem sido prática da empresa ignorar as reivindicações dos funcionários: — Já tivemos várias reuniões desde 2007 sem nenhum resultado prático — disse Selma.

 

 

Zero hora
10/08/2010

Gol se recusa a rever escala de funcionário

Em audiência realizada ontem pelo Ministério Público do Trabalho, a Gol se recusou a regularizar, até o dia 20 deste mês, as escalas de trabalho dos seus funcionários. Estavam presentes na audiência representantes do Sindicato Nacional dos Aeronautas, do Sindicato Nacional dos Aeroviários e da companhia.

Um trecho da ata da audiência diz que “o Ministério Público do Trabalho propôs à Gol que até a próxima audiência (...) fosse assumido o compromisso de manter rigorosamente as escalas dentro do patamar legal e da convenção coletiva. A empresa disse não ser possível assumir tal compromisso neste momento, sob pena de multa”.

Os sindicatos também alegaram que há disparidade entre os salários dos funcionários. A Gol disse que tomará conhecimento dessa reivindicação para abordá-las em reunião com o sindicato amanhã. Quanto à reclamação de precariedade de trabalho, a ata informa que a Gol “diz ignorar as situações descritas pelos sindicatos, tais como pilotos com privação de sono, viajando madrugadas seguidas, chegando mesmo a dormir no curso do trabalho”. Está marcada para sexta-feira assembleia dos trabalhadores em que será discutida a possibilidade de greve.

 

 

Site TVI24
10/08/2010

Assistente de bordo insulta passageiro e foge de avião

Um assistente de bordo, irritado com uma discussão com um passageiro desobediente, gritou insultos pelo sistema de voz do avião, accionou a saída de emergência e fugiu do aeroporto, esta segunda-feira, em no aeroporto JFK, em Nova Iorque, segundo informou a polícia.

O incidente ocorreu pouco depois de um avião da companhia aérea Jet Blue aterrar no aeroporto JFK procedente de Pittsburgh, disse uma fonte policial.

Um dos passageiros terá negado permanecer sentado e começou a retirar a bagagem de mão, desobedecendo as instruções do assistente de bordo. O homem de 39 anos terá então começado a insultar o passageiro pelo sistema de voz, antes de abrir a porta e accionar o sistema de saída de emergência e «escorregar» para fora da aeronave.

O comissário saiu a correr pela pista, entrou no carro, que estava no estacionamento do aeroporto, e voltou para casa no bairro do Queens, onde foi preso pela polícia.

«Não houve feridos e todos os passageiros saíram da aeronave com segurança», disse a Jet Blue em comunicado, afirmando que «em nenhum momento a segurança dos passageiros ou da tripulação estiveram em perigo».

 

 

Site Expresso MT
10/08/2010

Falta de profissionais deixa setor aéreo em colapso
Especialistas lembram que mão de obra demora para se especializar e atacam infraestrutura

Nas últimas três semanas o brasileiro passou a viver um problema que já havia sido publicamente discutido: a falta de profissionais no setor aéreo do país. Depois do último caos registrado nos aeroportos, muitas pessoas vão para o portão de embarque com receio.

Na última semana, mais de 60% dos voos nacionais foram cancelados ou sofreram atrasos. O motivo é a falta de pessoal nas companhias aéreas. O problema está ligado a carga horária de trabalho. A cada novo avião que entra em operação, são necessárias pelo menos 60 novas contratações.

A escassez de mão de obra já era prevista por especialistas do setor, pois o curso de pilotos é caro, demorado e a aviação comercial exige cada vez mais horas de trabalho. Além disso, a tripulação tem mais responsabilidades e recebe menos no Brasil do que o mercado paga no exterior. O resultado é que faltam pilotos na superaquecida aviação no país.

Há tempos o país enfrenta dificuldades para recrutar pilotos de aviões comerciais devido ao número reduzido de pessoas que se profissionalizam para exercer esta tarefa. Com o crescimento projetado para o turismo do Brasil, que está às vésperas de sediar uma Copa do Mundo e uma Olimpíada, o setor aéreo tende a entrar em colapso em, no máximo, três anos, acreditam fontes de mercado.

Entre 2007 e 2009, a média de licenciamento de novos pilotos comerciais de linhas aéreas foi de 373 profissionais por ano. Esse número é suficiente para atender apenas 62 novas aeronaves, de acordo com especialistas. TAM, Gol e Azul, juntas, absorveriam pelo menos 70% desse total, considerando o número de aviões que elas compram a cada ano. Nesse cenário, sobraria menos de um terço dos formandos para atender todo o restante do mercado.

Um dos principais empecilhos para quem quer ser piloto é o preço do curso. A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) informa que o investimento necessário para este tipo de formação vai de R$ 14 mil a R$ 70 mil. 

Aeroportos

Um estudo do Ipea (Instituto Brasileiro de Pesquisa Econômica Aplicada) divulgado em junho mostrava que boa parte dos aeroportos está operando no limite da capacidade. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, criticou severamente a pesquisa dizendo que esta apresentava erros relativos à capacidade operativa dos aeroportos, além de considerar informações sobre tributos que não incidem sobre peças e componentes de aeronaves.

Segundo o Ipea, nenhum dos dez aeroportos pesquisados – todos localizados em cidades que sediarão jogos da Copa do Mundo de 2014 – tem capacidade para dar conta dos pedidos de pousos e decolagens nos horários de pico.

- [A deficiência aeroportuária] prejudica consideravelmente as operações aéreas, na medida em que aeroportos como Congonhas, Guarulhos e Brasília já atingem ou estão próximos da sua capacidade operacional máxima. Estes gargalos se tornarão ainda mais graves a partir de 2013.

Para o coordenador de infraestrutura econômica do instituto, Carlos Campos, esse é um dos principais desafios que o Brasil terá de resolver para a Copa do Mundo de 2014.

Os casos mais graves, mostra o documento, são os de Manaus, São Paulo e Brasília. Na capital do Amazonas, o aeroporto da cidade recebe 17 pedidos de pousos e decolagens por hora, enquanto que a capacidade é de apenas nove.

O aeroporto de Congonhas, em São Paulo, tem 34 pedidos por hora, mas a capacidade é para 24. Em Brasília, o aeroporto foi construído para 36 pousos e decolagens por hora, mas recebe 45 em média.

Em maio a Zona Franca de Manaus teve sua economia afetada pela sobrecarga do sistema do aeroporto local.  A matéria-prima para a produção de TVs ficou empilhada sob tendas improvisadas. O aquecimento da economia brasileira fez com que a indústria ampliasse a compra de equipamentos, mas o aeroporto de Manaus não estava preparado para suportar tamanha alta do movimento, de 200% maior que em 2009.

O ministro do Esporte, Orlando Silva, admitiu publicamente que um dos focos do governo federal neste momento é investir na infraestrutura e nos serviços prestados nos portos e aeroportos para a promoção da Copa do Mundo de 2014 no país. Segundo ele, seriam destinados R$ 5,5 bilhões para 13 aeroportos das 12 cidades-sede entre 2011 e 2014. Desse total, R$ 740,7 milhões serviriam para a revitalização dos terminais de Salvador, Natal, Fortaleza, Manaus, do Rio de Janeiro e de Santos.

 

 

O Globo
10/08/2010

Gol fecha trimestre com prejuízo, eleva estimativa
Reuters/Brasil Online

SÃO PAULO (Reuters) - A companhia aérea Gol encerrou o segundo trimestre com prejuízo líquido, mas elevou suas expectativas de crescimento da demanda no mercado doméstico este ano diante de uma estimativa mais otimista de crescimento da economia brasileira.

A companhia elevou a previsão de expansão do mercado brasileiro de passageiros de 12,5 a 18 por cento para 14 a 21 por cento. A estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2010 foi revisada pela empresa de 5 a 6 por cento para 6 a 7 por cento.

Segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil, o tráfego aéreo de passageiros no primeiro semestre cresceu 27,6 por cento na comparação anual.

Apesar disso, a Gol manteve suas projeções de frota, passageiros e yields (um índice relativo a preços de tarifas) inalteradas.

A companhia prevê encerrar 2010 com frota de 111 aeronaves, com 31,5 a 36,5 milhões de passageiros transportados e yields entre 19,50 e 21 centavos de real.

No segundo trimestre, considerado pelo setor como o mais fraco do ano, a Gol registrou prejuízo líquido de 51,9 milhões de reais de reais ante lucro de 353,7 milhões de reais no mesmo período de 2009, quando foi beneficiada por uma melhora no resultado financeiro graças à variação cambial. No primeiro trimestre, a Gol havia registrado lucro líquido de 23,9 milhões de reais.

Segundo a Gol, os custos com combustíveis e lubrificantes tiveram aumento de 33 por cento em relação ao segundo trimestre de 2009, para 571,7 milhões nos três meses encerrados em junho. Isso ocorreu diante do aumento de "custo do combustível de aviação em 30,5 por cento, parcialmente compensado pela queda de 13,5 por cento no dólar médio no mesmo período".

No trimestre, a empresa elevou em 8,9 por cento o número de decolagens sobre o mesmo período de 2009 e em 15,8 por cento a utilização da frota, cuja taxa passou de 11,3 horas por avião para 13,1 horas.

A geração de caixa medida pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação, amortização e alugueis de aeronaves (Ebitdar, na sigla em inglês) somou 274,2 milhões de reais ante 258,8 milhões de reais no segundo trimestre de 2009. A margem caiu de 18,6 para 17,2 por cento no período.

No início de julho, a Gol divulgou que o tráfego na malha aérea da companhia no segundo trimestre subiu 16,6 por cento ante igual período do ano passado. A oferta de assentos, enquanto isso, cresceu em ritmo um pouco menor, de 14,7 por cento, na mesma base de comparação.

A taxa de ocupação nos aviões da Gol entre abril e junho ficou em 61,1 por cento, acima dos 60,1 por cento um ano antes.

Na semana passada, a Gol enfrentou atrasos e cancelamentos de voos e a Anac definiu aplicação de multa de 2 milhões de reais para a companhia aérea.

A empresa atribuiu os problemas a falhas no software de gestão de carga horária de seus tripulantes. O software não teria respeitado a carga máxima de trabalho prevista na regulação do setor aéreo brasileiro para pilotos de avião.

A Gol informou que as operações foram normalizadas na última quarta-feira, 4 de agosto, e que os resultados do terceiro trimestre não seriam "materialmente afetados".

 

 


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