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  • Site R7
    31/10/2010

    Frota de aéronaves de Minas cresce 20% em 4 anos
    Estado tem a terceira maior frota do país, com quase mil unidades; SP lidera o ranking

    A frota de aviões e helicópteros de Minas Gerais cresceu 20% nos últimos quatro anos. Mais do que a média nacional, que ficou em 15% entre 2005 e 2009, reflexo principalmente do aquecimento da economia e da compra de helicópteros por empresários que querem fugir de congestionamentos e da violência das metrópoles. Segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), no Estado são 959 aeronaves, a terceira maior frota do Brasil. São Paulo lidera o ranking com 3.785 unidades.

    Os ultraleves são os mais vendidos no Brasil e em Minas, e comprovam o bom momento do setor aéreo. São cerca de 4 mil modelos no país – 400 voando em território mineiro. Das 70 novas aeronaves registradas no Brasil, neste ano, pela Anac, 200 são experimentais, sendo a maior parte ultraleves, que custam entre R$ 70 mil e R$ 250 mil. Esse tipo de aeronave não é homologado pela Anac. No caso de acidentes, a investigação das causas fica a cargo da Polícia Civil de cada Estado.

    O engenheiro aposentado Aldo Rodrigues da Costa, 60 anos, de Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, usa o ultraleve para ganhar tempo na viagem até Uberlândia, no Triângulo Mineiro.

    - Voando, gasto 2h30. Se fosse de carro, o tempo seria de 8h.

    O custo por hora de voo é de R$ 50. Piloto desde 2007, quando comprou a aeronave, e com 350 horas de experiência, o engenheiro afirma que segue à risca as normas de segurança.

    - Antes de viajar, checo todas as peças e instrumentos de navegação. Se o tempo estiver ruim, evito decolar.
     
    No Brasil, há oito fábricas de ultraleves, que movimentam R$ 33,924 milhões (US$ 20 milhões) por ano e empregam 2.000 pessoas. A previsão do setor é vender, até o final do ano, 200 aeronaves deste porte. Uma das fábricas é a Aerobravo (Indústria Aeronáutica), criada há 18 anos e que funciona no Aeroporto Carlos Prates, em Belo Horizonte. Desde a fundação, foram vendidas 135 aeronaves, sendo 32 nos últimos 12 meses.

    Médicos, engenheiros, fazendeiros, advogados e juízes estão entre os principais compradores, diz o diretor-presidente da empresa, Fábio Homem Carvalho Pinto.

    - Durante toda a existência da empresa, houve dois acidentes com duas mortes, causados por imprudência. Os pilotos fizeram manobras arriscadas, voando em baixa altitude.

    Ultraleves precisam de 200 m para decolar e 200 m para aterrissar em pista de terra ou grama. O campo de pouso tem que ser registrado pela Anac. Segundo Carvalho Pinto, as aeronaves experimentais podem ser de pequeno ou grande porte. Mas a produção e o uso de ultraleves têm que seguir regras estabelecidas pela Anac. Uma das exigências é que na decolagem o peso máximo seja de 750 kg, incluindo os passageiros. O uso de transponder – equipamento que mostra a localização da aeronave –, além de rádio e GPS também é obrigatório. Sem estes equipamentos, o piloto pode provocar acidentes.

    Helicópteros
     
    A venda de helicópteros também está em alta. Segundo a Anac, no Brasil são 1.486 registros deste tipo de aeronave, 11,7% a mais em relação a 2009. Em Minas está a terceira maior frota, 153. A Helibras, que tem uma fábrica em Itajubá, no sul do Estado, vendeu neste ano 31 aeronaves - 22 para o mercado civil e nove para governos. Em 2009, foram 14.

    O modelo Esquilo, avaliado em R$ 4,92 milhões (US$ 2,9 milhões), é o preferido. Já o mais barato é o Robinson 44, fabricado nos Estados Unidos, vendido a R$ 1,2 milhão. Se for usado, sai por R$ 800 mil. Capaz de transportar o piloto e três passageiros, esse tipo de helicóptero tem custo operacional de R$ 650 a hora, incluindo a manutenção, o seguro e o salário do piloto.

     

     

    Diario Digital
    31/10/2010

    Bomba do Dubai viajou em dois aviões de passageiros
    Uma das duas bombas enviadas do Iémen foi transportada em dois aviões de passageiros antes de ser montada no Dubai, informou a Qatar Airways, de acordo com a BBC

    O engenho foi transportado num Airbus A320 do Qatar desde a capital do Iémen, Sanaa, para Doha, confirmou a companhia. Aqui, foi transferida para outro avião da Qatar Airways para o Dubai, onde foi desarmadilhada pela polícia.

    A bomba continha uma forma de explosivo, bastante difícil de detectar nas regulares medidas de segurança dos aeroportos.

    Um segundo engenho foi encontrado no aeroporto de East Midlands, no Reino Unido. Ambas as bombas estavam dentro de tinteiros de impressora.

     

     


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